terça-feira, 22 de maio de 2018

Recordações do ano - Paul McCartney no Beira-Rio - 13/10/2017



Era sexta-feira, 13, mas não teve azar nenhum. 

Eu sempre achei que havia perdido algo quando não me esforcei para assistir o show de Paul McCartney na primeira vez que ele esteve em Porto Alegre. Isso foi em 2010. 

Mas eu tinha esperanças que ele voltasse à cidade, afinal parece que Paul tem vindo todos os anos ao Brasil. E a cada vez, se apresenta em uma capital diferente. 

Quando foi anunciado novo show, desta vez priorizei a compra dos ingressos. 

E no dia 13 de outubro pude estar num Beira-Rio lotado para assistir às quase três horas de show do músico britânico, onde ele repassou sua carreira, com músicas dos Beatles (a maioria), Wings, e da carreira solo. Ele continua compondo e gravando. 

Foi mais uma experiência boa e marcante. Extremamente divertido. 

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Veja também, no Correio do Povo - http://correiodopovo.com.br/ArteAgenda/Variedades/Musica/2017/10/631343/Paul-McCartney-esbanja-energia-em-segundo-show-em-Porto-Alegre 

E no blogue do Emílio Pacheco - https://emiliopacheco.blogspot.com.br/2017/10/paul-em-porto-alegre-segunda-vinda.html

12/12/2017.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Sobre Veranico de Maio em 2018



Acho que será impróprio falar em "veranico de maio" neste ano de 2018. 

Veranico de maio são aqueles dias de calor no mês de maio que vêm aliviar os dias de frio que passamos desde o início do outono. 

Contudo, neste ano parece que o verão veio direto até maio. Houve quantos? Talvez um dia de manhã mais fria. O restante dos dias foi como se estivéssemos em um longo, e bota longo em cima disso, verão. 

Finalmente, a partir desse recente final de semana, dia 12 de maio, tivemos alguns dias mais frescos. O friozinho continuou na manhã desta segunda-feira, 14, mas por volta do meio-dia a temperatura já estava por volta de 24ºC. 

Vamos ver se o outono permanece, ou se voltamos ao longo verão. Se o outono permanecer, haverá lugar para veranicos de junho ou de julho. 

A conferir.


14/05/2018.

domingo, 13 de maio de 2018

Recordações do ano - The Who (e Def Leppard) no Beira-Rio - 26/09/2017



Recordações do ano - The Who (e Def Leppard) no Beira-Rio - 26/09/2017



Se não estou enganado, meu primeiro contato com o The Who foi no final da infância, quando um amigo apareceu com um disco do grupo (junto com outro de Led Zeppelin). Não lembro que disco foi esse, nem que músicas continha. Se desvaneceu na poeira do tempo.
Depois pude ver a versão filmada da ópera-rock "Tommy" na televisão, no início dos anos 1980. Essa sim, uma experiência memorável, e bem estranha para quem estava no início da adolescência.
Mais recentemente, as canções do The Who passaram a ser a trilha sonora dos seriados "C.S.I.". "Who Are You?" para a série original; "Baba O'Riley" para "C.S.I. New York"; "Won't Get Fooled Again" para "C.S.I. Miami".
Bom, quando surgiu a notícia que o The Who se apresentaria no Brasil, e em particular em Porto Alegre, eu me interessei e comprei ingressos para o show, no Beira-Rio. Sem grandes expectativas.
Depois assisti parte do show grupo no Rock in Rio. E foi digno de ficar parado em frente à T, coisa que raramente faço ultimamente. A expectativa do show em Porto Alegre, em poucos dias pareceu melhor.
O show em Porto Alegre foi em 26 de setembro passado. E foi muito bom.
Os velhinhos Townsend e Daltrey ainda têm bastante energia e presença de palco, e coloco o show do The Who como um dos grandes shows que já assisti.
Não só eu, por sinal.
De quebra, houve a abertura com o Def Leppard, uma banda oitentista que trouxe seu som pesado.
Mas a maioria do público estava lá mesmo pelo The Who. A plateia "aqueceu" muito quando Daltrey, Townshend e grupo de apoio pisaram no palco.
Inesquecível a manifestação do pessoal, a cada final de música gritando "Who, Who, Who", o que soa em português como "rú, rú, rú". Ou seja, éramos um bando de macacos naquela noite.
Pena que pouca gente foi assistir. Algo como um pouco mais de sete mil pessoas.
Mas foi um belo show! De celebração e certo saudosismo.

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Aqui a pequena audiência para um tão bom show
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Def Leppard
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Def Leppard
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The Who
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The Who
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12/12/2017.



LInques:









Setlist do show do The Who -



segunda-feira, 30 de abril de 2018

Panegírico para Olindo Scolmeister


Panegírico para Olindo Scolmeister

Recebo a notícia do falecimento de Olindo Scolmeister.
Conheci "seu" Olindo, ou o irmão Olindo, como eu carinhosamente o tratava, no período em que fui membro da Igreja Batista Central de Porto Alegre, no dos anos 1980. Fui membro da Igreja até o início dos 2000.
Ele era um dos esteios da Igreja. Patriarca de uma família que era uma das principais da congregação, quando lá cheguei. Também serviu como diácono durante todos esses anos.
Foi um dos grandes evangelistas do grupo, e estava sempre cioso de dar seu testemunho como cristão evangélico e batista. Frequentador assíduo da Escola Dominical.
Além disso, era técnico de rádio e televisão. Deve ter consertado alguns aparelhos para mim.
Me deu inúmeras caronas para casa, já que um dos lugares em que morei ficava no caminho para a casa dele.
Um homem que sempre me pareceu de uma fé firme e simples.
Ele já devia estar bem entrado nos 80, mas a notícia de sua morte me abalou. Quisera eu que algumas pessoas vivessem para sempre.
Faleceu ontem, 29 de abril, num domingo, como conviria a um crente como ele.
"Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem de suas lutas e trabalhos, porquanto as suas obras os acompanham!" (Apocalipse 14:13).
Glória a Deus por sua vida.

30/04/2018.

domingo, 29 de abril de 2018

Fim de 2017 chegando


Fim de ano chegando, é talvez tempo para balanços. 

Esse blogue ficou meio jogado, mas não esteve parado. 

De fato, eu possivelmente escrevi mais esse ano que em qualquer ano anterior. Contudo, as publicações no blogue foram bem poucas. Menos que em qualquer ano anterior. Faz parte. 

Mas continuamos escrevendo e publicando. Como veremos a seguir. 


12/12/2017

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Diário - show - Tiago Iorc e Milton Nascimento: Mais Bonito Não Há



Sexta-feira, 8 de dezembro de 2017, estive no Auditório Araújo Vianna, para assistir ao show "Mais Bonito Não Há", parceria de Tiago Iorc e Milton Nascimento. 

Claro, eu estava lá pelo Milton, desconhecendo totalmente a obra de Tiago. 

Tudo que eu sabia, é a historinha que contam, que Milton, de sua casa em Minas Gerais, viu Tiago na TV, e pediu que o seu filho comprasse um disco do jovem músico. Para surpresa de Milton, em vez de um CD, quem apareceu foi o próprio Tiago Iorc. O encontro acabou dando liga, gerou uma parceria e esse show, que tem uma pequena turnê pelo país. 

Foi um belo show, que começou com música de Tiago, "Um Dia Após o Outro", passou por "Travessia", a música que lançou Milton há 50 anos. 

O repertório contou com mais músicas de Milton que de Tiago, mas a dupla se saiu bem. A maior parte do tempo, o único instrumento no palco era o violão de Tiago. Houve poucas canções em que Milton tocou seu violão. E em "Ponta de Areia", Milton chegou a usar uma pequena sanfona. 

Como comentou Iorc no palco, o show acabou por ser uma união de gerações. Cheio de emoção, e com muitas ovações aos músicos. 

Tiago Iorc manifestava autêntica alegria de estar compartilhando o palco com o veterano Milton, e desfrutava o calor da plateia. 

Foi um show muito bom.



Este setlist é do show realizado em Curitiba, na mesma turnê, mas dá uma ideia do repertório: https://www.setlist.fm/setlist/milton-nascimento-and-tiago-iorc/2017/teatro-guaira-curitiba-brazil-63e1ba6f.html 

Em Porto Alegre, a canção “Eu Amei te Ver”, de Tiago Iorc, foi apresentada mais no início, cantada por Milton. Cantada por Milton, a música virou música de Milton.

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11/12/2017.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Diário - filmes antigos - Círculo de Fogo



Estes dias vi pelo vídeo sob demanda o filme "Círculo de Fogo" ("Enemy at the Gates", Estados Unidos/França/Alemanha, 2001), em que, dentro da Batalha de Stalingrado, durante a Segunda Guerra, é estabelecido um duelo de franco atiradores. Pelo lado soviético, está Vasily Zaitsev (Jude Law), um jovem que fora ensinado desde criança a ser caçador. Pela Alemanha, há Erwin König (Ed Harris).

Zaytsev é mostrado como um herói, matando muitos dos alemães que estão tentando tomar Stalingrado (o ponto mais extremo do avanço nazista a leste). König chega com a missão de matar Zaytsev e abalar o moral soviético. 

É um filme tenso e intenso, que só peca pelo também intenso anticomunismo do início. Lá estão os "comissários do povo" matando qualquer recruta soviético que tente fugir da frente de batalha de Stalingrado. Sim, os comissário existiam, e, sim, certamente matavam recrutas que tentassem fugir do campo de batalha. A única coisa a ser levada em consideração é que desertores do lado alemão também não eram merecedores de misericórdia por parte de exército alemão. 

Enfim, o filme só mostra alguma atrocidade nazista lá pela sua metade. Será que diretor e roteirista têm os nazistas como libertadores do povo escravizado pelo comunismo?

É um bom filme, afinal. Seria muito bom, se não fosse pelo clichê anticomunista no início.


13/11/2017.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Diário - Teatro - Lifting, Uma Comédia Cirúrgica


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Dia 23 de setembro de 2017, sábado, estive no Theatro São Pedro para assistir à peça "Lifting, Uma Comédia Cirúrgica". A peça se apoia no nome da atriz global Drica Moraes, e conta no elenco ainda com Ângela Rebello, Lorena da Silva e Luísa Pitta.

Se trata de uma série de "sketches" bem humoradas, que tentam abordar o universo feminino. Claro que, para se fazer rir, se abusa de estereótipos, mas certamente era isso que a plateia queria quando foi ao teatro para assistir a essa peça. 

Na minha cabeça, foi como uma versão feminina do espetáculo gaúcho "Homens de Perto". 

Humor leve para desanuviar um final de semana de chuva.



03/10/2017.

Entre Lembrar e Esquecer, Sessão de Autógrafos de Mauro Paz


No dia 23 de setembro de 2017, um sábado, estive no Locals Only, para pegar um exemplar do livro "Entre Lembrar e Esquecer", de Mauro Paz, pela Editora Patuá.

Mauro Paz é publicitário e escritor, porto-alegrense, e radicado em São Paulo. 

Este livro aborda em narrativa ficcional a morte de um adolescente, em uma festa num condomínio chique na zona sul de Porto Alegre. Parecido com um fato real acontecido.

Livro adquirido, com o devido autógrafo, é mais um para a fila (longa) dos que aguardam leitura.



03/10/2017.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Diário - Teatro - Antígona, com Andreia Beltrão


Diário - Teatro - Antígona, com Andreia Beltrão


Dia 22 de setembro passado, uma sexta-feira, estive no Theatro São Pedro para assistir à peça Antígona, em formato de monólogo, estrelado por Andreia Beltrão, como parte da edição do Porto Alegre em Cena deste ano.

De fato, essa apresentação de Antígona é uma adaptação da peça original de Sófocles. E uma experiência muito interessante.

Andreia Beltrão assume a função de uma contadora de histórias. No palco ela é uma narradora, uma atriz que assume múltiplos papéis, e mesmo uma sonoplasta na medida em que reproduz sons e gritos de luta. Ela vai nos conduzindo ao longo de boa parte dessas histórias, começando por Édipo, o pai de Antigona, e toda a série de tragédias se desenrolariam a partir de uma profecia sobre a criança, para chegar ao auge com Antígona que queria dar as devidas honras fúnebres ao irmão Polinices, tratado como traidor por Creonte, o novo rei de Tebas. A tragédia seguirá depois pela própria família de Creonte.

E a performance de Beltrão é realmente fascinante. Seja como uma narradora, seja encarnando Antígona, seja encarnando Creonte, ou o profeta cego Tirésias. Há momentos para rir, e momentos para quase chorar. E em todo momento sabemos que é ela, Andreia Beltrão, que está ali, pois são frequentes as pequenas pausas que a atriz faz para se rehidratar. 

Mas a verdade é que ela nos transporta para a Grécia mítica de muitos séculos antes de Cristo. 

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03/10/2017.