segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal no Ano da Graça de 2012


"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens;
a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela." (João 1:1-5)


"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai." (João 1:14)


Com estes versos bíblicos do Evangelho de João, desejamos aos leitores, um Feliz Natal neste ano da Graça de 2012.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Natal Verde 2012 - II

Árvore de Natal - Shopping Bourbon Country.

Papai e Mamãe Noel - 2012

Decoração de Natal - Santander Cultural - Centro Histórico de Porto Alegre.

Natal Branco - 2012

Árvore de Natal - Shopping Bourbon Country

Natal Galeria Chaves - 2012

Galeria Pedro Chaves Barcellos - Centro Histórico de Porto Alegre

Natal dos Ursos - Shopping Iguatemi - 2012 (III)

Decoração de Natal do Shopping Iguatemi de Porto Alegre em 2012.

Natal dos Ursos - Shopping Iguatemi - 2012 (II)

Decoração de Natal do Shopping Iguatemi de Porto Alegre em 2012.

Natal dos Ursos - Shopping Iguatemi - 2012 (I)

Decoração de Natal do Shopping Iguatemi de Porto Alegre em 2012

sábado, 22 de dezembro de 2012

Os Filmes de Jorge Furtado


Você sabe o que existe em comum entre este blog e os filmes de Jorge Furtado? A presença de Porto Alegre.

Claro que nos filmes dele, a cidade é mais fictícia, digamos assim.

Estou escrevendo esta nota a propósito de ter assistido, em DVD, o filme "Meu Tio Matou Um Cara". Antes eu já havia visto "Houve Uma Vez Dois Verões" e "O Homem Que Copiava". Dos três, Meu Tio Matou Um Cara é o mais fraquinho. A trama é mais superficial, os personagens são menos densos, mas também aparece a cidade. A cidade sentimental. O Colégio Americano, o bairro Moinhos de Vento, a "emergente" Bela Vista, e as favelas. Com linhas de ônibus que não existem, e uma personagem, a Isa, vivida pela Sofia Reis, chamando estas linhas pelos números, o "483", o "514", como costumam fazer mais os cariocas do que os gaúchos...pelo menos na minha percepção.

É uma sensação boa esta de ver a cidade na tela do cinema, ou do DVD. Ficamos reconhecendo, ou adivinhando, o lugar das locações. Isto é mais fácil em O Homem Que Copiava. Fala do Quarto Distrito, da Avenida Presidente Roosevelt e imediações, e que esse seria o local onde vivem os personagens, embora tenham usado a papelaria A Bayadeira, que fica na Avenida Osvaldo Aranha, como local de trabalho do personagem principal vivido pelo ator Lázaro Ramos, e uma das lancherias (dizem que só os gaúchos usam o termo lancheria, o restante do país usa lanchonete) que aparecem fica na Avenida Protásio Alves, próxima ao Hospital de Clínicas. Não sei se é esta questão das locações que me motiva, mas O Homem Que Copiava, para mim, é o melhor dos filmes.

Houve Uma Vez Dois Verões é talvez o mais divertido e o mais despretensioso. Também o mais antigo. Não é estrelado por atores da TV Globo, e se utiliza também do nosso rico litoral para suas locações, para contar a história de um rapaz de família que acaba se envolvendo romanticamente uma menina que vive de pequenos golpes.

Você na sessão da tarde!...



Texto copiado de meu blog anterior, o Voltas em Torno do Umbigo, onde havia sido publicado em 22 de dezembro de 2005.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O mundo acabou


O mundo acabou


O mundo acabou.

Foi em 21 de dezembro, no solstício de dezembro do ano de 2012.
De repente, sem que nenhum dos vários telescópios espaciais espalhados pelo planeta percebessem, um imenso asteroide colidiu com o Planeta Terra. O asteroide caiu na Sibéria, Rússia. Com o impacto, uma cratera como nenhuma já vista antes surgiu. Terremotos decorrentes do impacto arrasaram cidades da Rússia, e dos países da Ásia Central. Um maremoto decorrente do impacto varreu o planeta. Centenas de cidades litorâneas foram inundadas e parcialmente destruídas. Centenas de milhões morreram. Os prejuízos se tornaram incalculáveis. A população sobrevivente não sabe por onde poderia reiniciar suas vidas.

O mundo acabou.

Um corpo celeste imenso que passou muito próximo da Terra, alterou sua órbita gravitacional, e modificou seus polos. A alteração de localização dos polos gerou ventos da ordem de centenas de quilômetros por hora, que derrubaram diversas construções com milhões de mortos. O tsunami decorrente de alteração da órbita do planeta varreu centenas de cidades litorâneas, causando inundações e destruição. Os prejuízos são incalculáveis. A parcela da humanidade sobrevivente, perplexa, não sabe por onde tentar reiniciar suas vidas.

O mundo acabou.

No dia 21 de dezembro, no solstício do inverno, uma pandemia surgiu na China. Dezenas de pessoas com sintomas semelhantes a de uma pneumonia aguda foram afetadas. Logo a situação derivou para uma crise aguda de saúde pública. A letalidade da síndrome estava na ordem de cinquenta por cento. Muitos dos trabalhadores do setor de saúde também estavam sendo afetados. Logo outros países começaram a colocar em quarentena viajantes oriundos da China. A medida não foi suficiente, ou chegou tarde. Logo os primeiros casos estavam sendo registrados em Taiwan, no Japão, no Vietnã e na Austrália. Um dia depois havia pessoas infectadas no Chile e no Peru. Simultaneamente, os primeiros casos surgiram na costa oeste dos países da América do Norte. Poucos dias se passavam entre a manifestação dos sintomas e o óbito. Mas também a recuperação dos que sobreviviam à síndrome era relativamente rápida. Cidades pararam para tentar evitar aglomerações que facilitassem o contágio. Tempos depois laboratórios divulgavam notícias que o vírus causador da síndrome parecia conter elementos tanto da chamada gripe aviária, quanto da gripe suína. Apesar das quarentenas e da redução da atividade econômica, logo foram encontradas vítimas da síndrome na Europa e nas costas lestes das Américas. As perdas econômicas decorrentes tanto da redução das atividades nas cidades, quanto da perda de pessoas qualificadas foram imensas. Milhões de pessoas sucumbiram à síndrome. Novas áreas tiveram que ser alocadas para cemitério às pressas.

Na noite de 21 de dezembro, João morreu. Ele morava em São Paulo, era um jovem de seus vinte anos. Naquela sexta-feira ele tinha acabado seu expediente de balconista, numa farmácia no Centro da cidade. Voltara para casa na periferia, e no caminho para casa encontrou amigos que estavam tomando cerveja no bar. Sentou-se junto deles. Sexta-feira, parcela do décimo-terceiro no bolso, "happy hour". Estavam na quinta ou sexta cerveja quando uma moto com dois ocupantes parou em frente ao bar. O carona desceu. Sem tirar o capacete sacou uma pistola e começou a atirar contra os fregueses do bar. Oito morreram, inclusive João e dois de seus amigos. O mundo acabou para João. Se tornou um inferno para seus familiares.

No dia 21 de dezembro, dona Candinha morreu. Ela havia nascido nesse mesmo dia, em 1922. Estava com exatos 90 anos portanto. Os médicos atestaram falência múltipla de órgãos. Ela tinha sido baixada no hospital em Santa Maria com dificuldades de respirar, dores nas costas e febre, naquele dia quente e abafado que marcava o início do verão alguns dias antes. Durante a internação seu quadro piorou. Por fim morreu. Filhos e netos estavam no hospital no momento de sua morte. Comentavam que ela dizia que tinha vivido uma boa vida. Nunca tinha passado fome, nunca ficara ao desabrigo, e inclusive teve dias de ir visitar a capital do estado, e até conseguiu conhecer o mar...O mundo dela era pequeno. Ela teve medo que tudo acabasse no advento do ano 2000, mas, então, nada acontecera. Não no ano 2000. O mundo de dona Candinha acabou naquele dia, 21 de dezembro.

Na manhã de 22 de dezembro de 2012, Daniel acordou. Daniel era um homem de meia idade. Já tinha trabalhado mais tempo que o tempo que faltava para a sua aposentadoria. Ele morava em Canoas. O rádio-relógio que ele usava como despertador estava funcionando desde a noite da véspera, sintonizado na rádio especializada em notícias que Daniel costumava escutar. No noite anterior, intrigado com as especulações a respeito de uma possível previsão do fim do mundo, segundo algumas interpretações de um calendário da antiga cultura maia pré-colombiana, ele ficou ouvindo o rádio até o início da madrugada. As notícias informavam de alguma morte em acidente de trânsito, algum cadáver encontrado pela polícia, chuvas torrenciais em alguma parte da Ásia, e um inverno inclemente em algum país da Europa. Mas nada tão extraordinário. Nem asteroides, nem terremotos para além da escala Richter, nem tsunamis... Nada de extraordinário. Depois de ter aberto os olhos, e ter certeza que estava acordado, Daniel constatou que o mundo continuava lá fora. Daniel suspirou, e pensou, entre seus lençóis, “Parece que não vai ter jeito. Segunda-feira vou ter que acordar cedo de novo, para trabalhar...”






18/12/2012.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Diário - filmes atrasados - comentários sumários - A Supremacia Bourne; O Ultimato Bourne


Diário - filmes atrasados - comentários sumários - A Supremacia Bourne; O Ultimato Bourne




Há alguns dias, eu havia assistido ao filme "A Identidade Bourne" e comentado sobre ele. Reputei o filme como um bom filme.


No final de semana passado, pude assistir os outros dois filmes da trilogia estrelada pelo ator Matt Damon, "A Supremacia Bourne" e "O Ultimato Bourne".


"A Supremacia Bourne" inicia com uma tentativa de compra de informações por parte de uma equipe da CIA, que é frustrada pela infiltração de de uma terceira parte, que acaba por assassinar tanto o vendedor da informação quanto o agente da CIA. Enquanto isso, Jason Bourne está com sua namorada na Índia, e sofre uma tentativa de assassinato. Com isso, ele volta a se envolver com o mundo da espionagem, e tem que lutar por sua vida.


O filme é interessante pois retoma e dá novo sentido a algumas das tramas exploradas no filme anterior ("A Identidade Bourne"). Como o primeiro filme, este tem boas cenas de ação, e bastante suspense e tensão. Continua valendo a pena. Como "A Identidade Bourne", é um bom filme.


Já "O Ultimato Bourne" me deu uma sensação daquilo que os apreciadores de desenhos animados japoneses, também conhecidos por animes, ou ainda animês, chamam de "filler", isto é, um episódio menor, em que a série televisiva "estica" alguma coisa da trama, ou inventa uma trama paralela, antes de retomar a trama principal. Neste caso, Jason Bourne quer vingança, indo atrás de quem transformou-o num matador inescrupuloso. Paralelamente, um jornalista londrino descobre uma trama de espionagem e assassinatos e começa a publicar a respeito. Logo este jornalista é assassinado. A despeito de ser um filme ainda bastante razoável, "O Ultimato Bourne" acaba por ser uma obra menor, com uma trama mais esquemática, com pressupostos que não convencem. Se havia uma boa amarração entre "A Identidade Bourne" e "A Supremacia Bourne", os laços entre "O Ultimato Bourne" e os filmes anteriores se mostram bem mais fracos. Quando comecei a assistir o filme “O Ultimato Bourne” pensei com os meus botões "é uma cilada, Bino!", reproduzindo a frase do personagem Pedro, do extinto seriado "Carga Pesada" da Rede Globo, chavão amplamente reproduzido nas redes sociais, na internet. Como eu disse, é razoável, tem boas sequências de ação, suspense e tensão, como nos filmes anteriores, mas não me convenceu. Nesse caso, convencer significa trazer alguma verossimilhança com o que poderia ser a vida real. Por exemplo, o filme "O Bom Pastor", ficção que retrata a criação da CIA logo após o final da Segunda Guerra, as conspirações em que ela se envolve, e o jogo de sombras que acaba por envolver as pessoas que trabalham na Agência. As histórias narradas no filme são bastante parecidas com a forma com que a CIA foi criada, e a maneira com que agiu. Pois bem, o Jason Bourne de "A Identidade Bourne" e de "A Supremacia Bourne" bem poderia fazer parte das equipes da CIA mostrada em "O Bom Pastor". A maneira como Bourne foi treinado, as missões para as quais poderia ser designado se encaixam perfeitamente à maneira de atuar da CIA (ou de outras agências de inteligência e ou equipes de "operações encobertas" [as tais "black operations", ou "blackblack ops"], se não quisermos ficar em apenas um país. Em todo caso, a CIA é, sem dúvida, a mais saliente de todas). E aí eu repito, "O Ultimato Bourne" se afasta um pouco, e se torna um pouco mais esquemático, com "bonzinhos" e "mauzinhos" para lá e para cá. Esta coisa de “bem” e “mal” os dois primeiros filmes borravam.


De qualquer maneira, esta atual trilogia é uma boa diversão. Se você ainda não viu, vale a pena.


17/12/2012.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Madonna em Porto Alegre


Madonna em Porto Alegre

Neste domingo fui assistir ao show de Madonna em Porto Alegre, na trilha do "MDNA Tour".
Esse tipo de show acaba sempre sendo algum tipo de aventura.
Por exemplo, o ingresso informava o início do show às 19h30min, e aconselhava o respeitável público a chegar umas quatro horas antes, ou seja, 15h30min.
Obviamente eu não fui neste horário, cheguei ao Estádio Olímpico, passando um pouco das 18h. As arquibancadas, as antigas sociais do estádio, que era o local para o qual eu havia comprado ingressos já estavam bem cheias, mas conseguimos um lugar razoável para nos acomodarmos. 

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O show, por assim dizer, só começou às 20h20min com o DJ Fabrício Peçanha. Peçanha ficou "discotecando" por cerca de uma hora. Quando se imaginava que iniciaria o show de Madonna, entrou no lugar de Peçanha, e dupla de dj's Felguk. Haja dj's.

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Tanta atuação de dj's e demora para a atração principal, começou a mexer com a paciência do público. Houve vaias e xingamentos.
Mas quando a diva finalmente apareceu, valeu a pena. Madonna tentou ser simpática, tentou dizer algumas palavras em português, comentou que estava resfriada, e que estava mesmo sem vontade de fazer o show, mas que subiu ao palco por conta do carinho dos fãs. No final ainda vestiu uma camiseta da seleção brasileira de futebol personalizada, jogada para ela por um fã.

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Um show de Madonna não é apenas um show musical. Tem um tanto de teatralidade, ou uma quase ópera como disse um colega meu. Há a atuação dos dançarinos,e as trocas de figurinos. Um show muito legal, mesmo para quem fica a uns cem metros do palco, como era o caso de quem estava na arquibancada. 

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Catedrais, videoclipes, culto gospel, até músicos suspensos no ar, tudo isso faz parte do show.

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E não sei se é porque Madonna já está com certa idade, mas o show tem muitas referências à morte e à religião, todas as religiões. Ou talvez, não tenha nada a ver, seja só uma referência estética.
E aí há a questão do repertório. Há quem prefira a Madonna do início da carreira, dos anos 1980. Eu prefiro o repertório do final dos anos 1990 até os dias atuais, partindo do disco "Ray of Light". Mas acredito que qualquer pessoa que goste de Madonna saiu bem satisfeito do show.

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Depois do show, quem não tinha veículo próprio deve ter penado para chegar em casa. O show terminou após a uma da madruga, quando os ônibus eram poucos, e os táxis completamente insuficientes.


11/12/2012.

O "Set List", isto é, as músicas apresentadas, conforme o UOL:

"Girl Gone Wild"
"Revolver"
"Gang Bang"
"Papa Don't Preach"
"Hung Up"
"I Don't Give A"
"Express Yourself"
"Give Me All Your Luvin'"
"Turn Up the Radio"
"Open Your Heart"
"Sagara Jo"
"Masterpiece"
"Vogue"
"The Erotic Candy Shop"
"Human Nature"
"I'm Addicted"
"I'm a Sinner"
"Like a Prayer"
"Celebration"


Você pode também querer conferir o comentário do Emílio Pacheco para o show.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Diário - filmes atrasados - comentários sumários - A Identidade Bourne


Diário - filmes atrasados - comentários sumários - A Identidade Bourne


Faz alguns dias, finalmente resolvi assistir o primeiro filme da trilogia Bourne, a qual eu havia comprado em DVD, mas nunca parado para assistir.
Quando eu falo em filmes atrasados, esse pode se destacar, a produção é de 2002.
É um bom filme.

E esse intervalo de tempo, nos permite conferir como a tecnologia evolui rapidamente. No filme, o equipamento de informática da turma são computadores com tubos de raios catódicos com umas 17 polegadas. Isso parece tão distante dos monitores de tela plana de hoje em dia...
O filme começa com um barco de pesca recolhendo no Mar Mediterrâneo o corpo de um homem. Apesar das circunstâncias, o homem está vivo. Levou dois tiros pelas costas, mas consegue se recuperar. Além das balas nas costas, o médico, ou o prático de bordo, também encontra uma pequena cápsula que indica o endereço de um banco na Suiça. Quando este homem volta à consciência, ele não consegue se lembrar quem é, ou o que faz.
Aos poucos vai descobrindo que tem habilidades incomuns, para a luta, e a observação do ambiente ao seu redor.
Indo ao endereço do tal banco ele encontra algumas pistas, e vai em busca de sua identidade. Para nós, brasileiros, entre as coisas que ele encontra estão um passaporte brasileiro, e cédulas de real.
A atuação de Matt Damon no papel principal é bastante convincente, e Chris Cooper faz boa figura como antagonista.
O filme é diversão garantida. Tem ritmo rápido, e vários momentos de tensão.


11/12/2012.


sábado, 8 de dezembro de 2012

Arena OAS - Grêmio

IMAG0132 by Ze Alfredo
IMAG0132, a photo by Ze Alfredo on Flickr.
Foto feita, "de passagem", na BR290 (Free-Way).

Arena OAS - Grêmio

DSC02636 by Ze Alfredo
DSC02636, a photo by Ze Alfredo on Flickr.
Ponte do Guaíba e a Arena OAS - Grêmio. Inaugura neste sábado 08/12/2012.
Foto feita a partir de prédio do Centro Histórico de Porto Alegre com câmera com longo "zoom".

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Diário - leituras - Tokyogaqui, um Japão Imaginado


Diário - leituras - Tokyogaqui, um Japão Imaginado


“Tokyogaqui, um Japão imaginado” é um livro celebrando o centenário da imigração japonesa no Brasil. É composto por ensaios e artigos acadêmicos sobre este, digamos, imaginário que o Japão pode exercer sobre o mundo, e sobre o Brasil em particular.
Estes artigos e ensaios abrangem uma ampla gama de assuntos: a influência do pensamento japonês nas vanguardas artísticas brasileiras, em especial na literatura e poesia; o artigo de um professor japonês que recupera as pesquisas filológicas de um dos pioneiros migrantes para o Brasil que, por meio das semelhanças entre a lingua japonesas e a lingua tupi, tentou traças origens comuns a ambas, possivelmente a partir dos povos antigos habitantes do Pacífico Sul; uma análise que compara os filmes de monstros japoneses da década de 1960 com a sociedade de consumo que estava construindo no Japão na mesma época; a arquitetura e a vida em Tóquio; o Butô e a dança, seu florescimento no Japão, e posterior influência na dança moderna no mundo, e no Brasil em particular. Dois textos sobre o cinema e o Japão: em um como o Japão é, ou era, visto no cinema ocidental; em outro, a influência do cinema produzido no Japão sobre cienastas brasileiros, em especial aqueles que eram moradores de São Paulo, e que podiam frequentar as projeções de filmes japoneses nos antigos cinemas do bairro da Liberdade.
Inclui uma série de fotografias sobre o Bairro da Liberdade em São Paulo, com suas luminárias públicas muito características, fotografias estas feitas por Hideki Matsuka.


GREINER, Christine; FERNANDES, Ricardo Muniz (organizadores). Tokyogaqui, um Japão Imaginado. São Paulo: Edições SESC SP, 2008.