terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz 2014

Feliz 2014


Eu lhe desejo um ano de 2014 feliz e próspero e sadio.
2014 deve ser um ano em que o Brasil realizará uma Copa do Mundo de Futebol e uma eleição para presidente, governadores, deputados federais e estaduais, e senadores.
Em 2014 se terão completado 50 anos desde o Golpe de Estado Civil-Militar de 1964. Uma ferida ainda não cicatrizada no quadro social brasileiro.
Em 2014 também se completam 100 anos da carnificina das trincheiras na Europa - A Primeira Guerra Mundial. A Guerra que encerrou o século XIX e iniciou o XX. Acabou com impérios na Europa, trouxe à luz o que seria o “socialismo real existente” com a criação da União Soviética, marcou o início do declínio do Império Britânico, e tornou os Estados Unidos uma potência mundial emergente.
Em 2014 ainda se completam 75 anos do início da Segunda Guerra na Europa, com a invasão da Polônia pela Alemanha de Hitler, e a reação de França e Inglaterra.  Mas a Segunda Guerra pode também ser vista em parte como uma consequência da Primeira Guerra.
Enfim, tudo isso para lembrar que a vida pode ser pesada. Os homens podem ser rancorosos, violentos, prepotentes.
Em 2014 teremos muita coisa para lembrar e tentar evitar.
Tomara que consigamos ser felizes em 2014.



31/12/2013.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Peter O'Toole - 1932-2013

Peter O'Toole - 1932-2013

Para mim e para muita gente mais Peter O'Toole será sempre "Lawrence da Arábia", o protagonista do fantástico filme de David Lean, de 1962.
Dito isso, eu lembro de também tê-lo visto no filme "O Leão no Inverno", de 1968, também um belo filme, onde ele interpreta um rei inglês no século XII.
Mas não adianta. É sempre preciso voltar a "Lawrence da Arábia", um filme para ser visto muitas vezes.


30/12/2013.

Nelson Mandela - 1918-2013

Nelson Mandela - 1918-2013


Pensar em Nelson Mandela é pensar que a gente é um filho da Guerra Fria.
Sou de um tempo em que Mandela era um prisioneiro político do apartheid na África do Sul. Na década de 1980, artesãos na Praça da Alfândega (acho que era na Praça da Alfândega) em Porto Alegre vendiam camisetas com a estampa do rosto de Mandela, de uma fotografia de 1962 ou 1963, das últimas imagens do líder sul-africano antes de sua prisão, pois o regime racista não permitia a divulgação de novas imagens dele.
Também por esse tempo, nesse caso, o final dos anos 1980, houve a música "Mandela Day" do grupo britânico "Simple Minds".  Uma homenagem aos 70 anos de Mandela, comemorados ainda na prisão.
Por esse tempo o regime do apartheid sul-africano era amplamente boicotado, mas tinha o apoio de quem importava, isto é, dos Estados Unidos e do Reino Unido. E agora na época do falecimento vimos notícias relembrando que tanto Ronald Reagan, quanto Margareth Thatcher se referiam a Nelson Mandela como "terrorista".
Não deve ser por acaso, que só após o fim do Muro de Berlim, e da União Soviética, o governo racista sul-africano tenha se sentido disposto a iniciar negociações para libertar Mandela, e acabar com o apartheid.
Aí houve ampla divulgação de Mandela: sua libertação, sua eleição para presidente da África do Sul colocando fim ao apartheid, o Nobel da Paz que ele ganhou juntamente com o último presidente do apartheid, Frederik de Klerk.
Mandela viveu 95 anos. Passou 27 preso. Governou a África d Sul por 5 anos.


30/12/2013.


domingo, 29 de dezembro de 2013

Diário - cinema - Thor 2, O Mundo Sombrio



Diário - cinema - Thor 2, O Mundo Sombrio


"Thor, O Mundo Sombrio" é mais um filme com heróis da Marvel. No caso, o segundo filme filme recente com "o deus do trovão".
Curiosamente, me pareceu que este filme ficou melhor que o primeiro, por conta da dubiedade em torno de Loki, o irmão de criação de Thor, sequioso por poder. No caso Thor precisa se aliar a Loki (e confiar nele) para derrotar uma raça que quer destruir o universo como nós o conhecemos.
Por conta de Loki, o filme se torna bem interessante.
Vale mais a pipoca que o primeiro filme da série.


16/12/2013.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Natal de 2013

Parece que este ano as revistas de curiosidades histórico-científicas nos pouparam de relembrar os problemas com o "Jesus histórico", que afinal estaria na origem das atuais celebrações de Natal. Aquelas lembranças do tipo "Jesus não nasceu em 25 de dezembro" e outros que tais.
Além de não ter nascido em 25 de dezembro, alguns declaram que seria improvável que ele tivesse nascido em Belém. Claro, no limite, alguns pesquisadores declaram que Jesus nunca existiu. 
Hoje em dia, o Natal parece muito mais a celebração da remotíssima lembrança de São Nicolau, e que está na base de nossa representação de Papai Noel. 
Claro que São Nicolau só se tornou símbolo de generosidade porque era um bispo católico que distribuía presentes. Ou seja, provavelmente era um cristão devoto. 
Bom, todo esse nhém, nhém, nhém, é apenas para desejar Feliz Natal aos leitores de deste blogue. Que a paz e o amor de Jesus, conforme descrito no Novo Testamento, possa estar com vocês.


24/12/2013.

Diário - cinema - Jogos Vorazes, Em Chamas

Diário - cinema - Jogos Vorazes, Em Chamas

Lá se vão alguns dias desde que assisti ao filme "Jogos Vorazes - Em Chamas". O segundo filme de uma trilogia que deve se encerrar no ano que vem.
Que posso dizer desse filme? Digo que quem não assistiu ao primeiro filme, ou leu o primeiro volume do livro da série de livros em que se baseia a série de filmes, não deveria assistir a este filme.
Sem ter assistido o filme, me vi perdido ao ver esta sequência. 
O que significam "tributos"? Que tipo de ditadura repressora é esta retratada no filme?
O que dá para dizer é que o filme junta atores ótimos numa mistura que não funcionou muito bem isoladamente. Ficou me parecendo. Lá estão Philip Seymour Hoffmann, Donald Sutherland e Stanley Tucci desperdiçando seus talentos. 
E isso numa história que mistura nomes romanos da antiguidade (como "Plutarch"), com uma iconografia e arquitetura que lembram tanto o Antigo Império Romano, quanto a Alemanha Nazista, e uma repressão em cenas que lembram os filmes sobre o regime do apartheid na África do Sul. E há a crítica aos "realities shows". Afinal os tais "Jogos Vorazes", é como uma recriação de arenas de gladiadores da Roma Antiga, só que com muita tecnologia. E a carnificina dos Jogos Vorazes é transmitida pela televisão.
Ver o filme sozinho não me valeu a pena. 
Ver o primeiro filme provavelmente é fundamental para desfrutar desta sequência, que, inclusive, fica aguardando o desfechono próximo filme.


12/12/2013.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Um domingo de primavera

Um domingo de primavera



Depois de acordar tarde naquele domingo, João se levantou, se lavou, comeu e pensou em ir pegar sua mulher, cujo nome curiosamente era Joana, como o nome da mãe dela, que estava na casa de sua sogra.
Apesar de parecer, isso de Joana, na casa da sogra não é piada. Apenas aconteceu. E coube de encaixar nesse aforismos bobo, "casa da sogra", "casa da mãe Joana". Coincidências engraçadinhas, nada além disso.
Joana tinha ido ficar com sua mãe, por que ela não tinha se sentido bem na sexta-feira. Levou as crianças porque assim elas mudariam de ar um pouquinho.
A casa era confortável, três quartos, e fazia não muito tempo que o sogro tinha acabado de cumprir com suas obrigações com esta dimensão. Assim fazia alguns meses que dona Joana vinha tentando se acostumar à condição de viúva.
Talvez por isso não tivesse se sentido bem naquela semana.
Vera, a irmã mais nova de Joana estava viajando por aqueles dias, e não pôde acudir a mãe. Sobrou para a Joana filha.
João e Joana eram um casal relativamente feliz, tão feliz quanto consegue ser um casal de classe média baixa, ou, talvez, classe média média. Provavelmente mais classe média baixa que classe média média. João pensava consigo mesmo que se fossem classe média média formariam uma fammília de propaganda de margarina. Um pai, uma mãe, e um menino e uma menina como filhos. Não exatamente uma família de propaganda de margarina porque nas propagandas as famílias eram contratadas de modelos profissionais. Modelos profissionais tendem a ser mais bonitos e simpáticos que a gente costuma ser. Previdencialmente não batizaram as crianças com os mesmos nomes. Ela não tinha gostado quando na infância costumavam chamá-la de "Joaninha". Nem ele na infância gostava de ser chamado de "Joãozinho", embora ele não achasse ruim agora, quando em momentos mais íntimos ela o chamava dessa forma.
Dona Joana morava no Partenon. João e Joana moravam na Zona Norte, próximos da Assis Brasil, e não muito longe do Triângulo.
Tanto João, quanto Joana eram funcionários públicos. Tinham recebido reajustes recentemente, e, com as facilidades do crédito destes dias resolveram comprar um automóvel zero quilômetro. O primeiro zero quilômetro que puderam comprar desde que casaram. Um carro simples, desses que a imprensa especializada costuma chamar de "popular", mas que é mais popular pela falta de componentes e potência do motor que pelo preço. Como ela tinha rinite alérgica, resolveram economizar na compra e não colocaram ar condicionado no carro. Por segurança, o carro era segurado.
Depois de comer, no início da tarde, João tomou a iniciativa de ir pegar a mulher. Já havia telefonado e confirmado que dona Joana estava melhor.
O trajeto usual para ir da Zona Norte passava por Assis Brasil, João Wallig, Nilo Peçanha, Perimetral e Bento Gonçalves. Na maioria das vezes em que foram visitar a sogra, João dirigia por esse caminho. A Assis Brasil com seu turbilhão de trânsito, a arborizada João Wallig, a mais ou menos chique Nilo Peçanha, e a Perimetral com suas dezenas de sinaleiras. E havia a esquina da Perimetral com a Ipiranga. João sempre se impressionava com aquela esquina em que a Perimetral se "abria", se espalhava. Era como um grande largo, por conta dos desvios feitos ali. "Alças" que desviavam o tráfego para a Ipiranga ou para a própria Perimetral, visando racionalizar o tráfego. E daquele largo, João sempre achava que se tinha uma visão privilegiada do Morro da Polícia. Embora não tivesse certeza a respeito do nome correto daquele morro, João sempre se referia a ele como "Morro da Polícia". Alguns o chamam de "Morro da Embratel", pois ali ficava (fica ainda?) uma antena retransmissora da antiga estatal Empresa Brasileira de Telecomunicações, a Embratel. O morro dominava o horizonte ali.
Apesar da paisagem deslumbrante para João, havia um inconveniente na esquina da Perimetral com a Ipiranga. Sempre que ele parava naquela esquina, havia ou pedintes, ou vendedores de frutas ou flores, ou ambas as coisas. Ou ainda panfleteiros, mas normalmente João se incomodava menos com os panfleteiros.
A primavera de Porto Alegre alterna dias de calor veranil, com dias de temperatura amena, quase outonal. Naquele dia, João enfrentava um calor veranil. Com as janelas abertas, João suava no carrinho popular, enquanto se dirigia à casa de sua sogra. Em dias como esse costumava maldizer a rinite de sua mulher e a economia feita na compra do carro. Mas o que estava feito, estava feito, e pagavam com certa dificuldade a prestação do automóvel. Então era assim.
Naquele domingo, tendo pensado nos inconvenientes da esquina da Perimetral com a Ipiranga, João resolveu fazer um caminho alternativo. Em vez de pegar a Perimetral, seguiu pela Nilo até a Ijuí. Entrou por esta e a subiu em direção à Protásio Alves. Atravessou a Protásio Alves e começou a descer a Barão do Amazonas. Chegaria na Bento Gonçalves de qualquer maneira.
Mas a esquina da Ipiranga não deixaria de lhe trazer inconvenientes. Quando chegou ali pela Barão da Amazonas, encontrou um mendigo. Pedindo dinheiro como muitas vezes fazem os mendigos.
- Um trocado aí, tio! Olha só tô com uma ferida na perna, e não tenho dinheiro prá comprá remédio.
João logo tratou de pegar algumas moedas que tinha no bolso.
- Tá aqui. Não. Não precisa me mostrar a tua ferida. Eu acredito em ti...
O mendigo insistiu em mostrar uma perna com ferimentos entre carne viva e infecção superficial. João pensou se algum dia deixaria de encontrar gente como aquele mendigo pedindo dinheiro nas sinaleiras de Porto Alegre. Miserável, maltrapilho, e precisando de cuidados médicos. E cheirando mal. Mas como poderia o mendigo cuidar de higiene pessoal se morava na rua?
A sinaleira abriu. O mendigo e seu mau cheiro ficaram para trás. O calor continuou.
*******
Afinal cheguei à casa de minha sogra. A velha de fato já estava melhor.
- Uma bobagenzinha à toa. - Disse ela a respeito de seu mal estar durante a semana.
Talvez a simples presença da filha e dos netos tivesse o dom da cura.
Depois de algum tempo, nos preparamos para partir.
Como estávamos com as crianças, em lugar de ir para casa, resolvemos ir a um shopping na zona sul da cidade. Já estávamos na metade do caminho mesmo. Além disso, as crianças vez por outra perguntavam quando iríamos àquele shopping de novo. As crianças o acham tão legal! Eu costumo achar shoppings tão tediosos! Mas, enfim, como diz a propaganda de analgésico, "não basta ser pai, tem que participar". Se as crianças queriam ir ao shopping, se a mulher consentia de ir ao shopping, quem seria eu para discordar sozinho? Vamos lá.
*******
Hora de retormar a Perimetral. Não em direção ao lar, mas no sentido oposto, para o shopping. Aparício Borges, Teresópolis, Nonoai, Campos Velho...
Tudo estava mais ou menos tranquilo então. Porto Alegre passou a ter tantos carros circulando, que mesmo aos domingos havia muitos deles na Perimetral. Que naquele trecho parecia demasiado estreita, com suas duas faixas de rolamento em cada sentido. Um pouco mais devagar do que o desejado. O passeio familiar continuava.
Iam descendo a Campos Velho em direção à Icaraí, ao shopping, que já estava próximo. Eles eram praticamente os últimos daquele pequeno fluxo de carros que descia da Nonoai em direção à Icaraí. Justamente na esquina da Icaraí, a luz da sinaleira passou para amarela. Os carros da frente decidiram acelerar. João decidiu parar.
Parou. O carro deles por alguns segundos foi praticamente o único naquela esquina, a aguardar o sinal abrir novamente.
João não deu muita bola quando um vendedor de flores se aproximou com um ramalhete na mão. Achava que era inescapável ser importunado por pedintes ou vendedores nas esquinas movimentadas do trânsito de Porto Alegre.
Acontece que aquela importunidade era diferente. O ramalhete escondia um revólver.
- Desce aí, malandro. Eu sou quero o carro. Desce! Desce! A senhora também, madame! - O homem gritou.
João teve uma reação reflexiva. Tentou arrancar com o carro.
O homem disparou duas vezes. Uma das balas travou na coluna do automóvel. A outra na cabeça de João. Joana gritou! As crianças começaram a tremer e chorar.
O carro ainda avançou até o canteiro central da Icaraí. João caído por cima do volante.
O "vendedor de flores" correu em direção à Wenceslau Escobar.
A Brigada foi chamada mas não encontrou o assassino. O SAMU foi chamado mas nada pôde ser feito.
Aquele quente domingo de primavera acabara mal. Muito mal.


18, 19/10/2012.




quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Leituras na Piauí - Novembro de 2013 - Álvaro, de Fernanda Torres

Leituras na Piauí - Novembro de 2013 - Álvaro, de Fernanda Torres



A edição de novembro de 2013 da revista Piauí trouxe um conto de Fernanda Torres, "Álvaro".
É um conto em que um homem idoso rememora aleatoriamente partes de sua vida enquanto vai e volta ao consultório médico, para uma daquelas consultas de rotina que vão ficando mais e mais frequentes conforme os anos vão se passando.
É um bom conto, e demonstra, outra vez como Fernanda Torres, além de boa atriz é também boa escritora (ela já havia publicado um texto memorialístico na mesma revista antes).
E me parece que esse conto foi o que deu origem a um romance recém lançado por ela. Tomara que no romance ela mantenha o pique deste conto.


18/11/2013.

Passa dia, passa dia

Você pisca, e quando vê, se passaram 15 dias sem que o blogue fosse atualizado...

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sarah Brightman em Porto Alegre - Dreamchaser World Tour - Teatro do SESI

Sarah Brightman em Porto Alegre - Dreamchaser World Tour - Teatro do SESI



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A cantora Sarah Brightman esteve em Porto Alegre domingo, dia 24 de novembro de 2013, em mais um passo de seu “Dreamchaser World Tour”.
Em cerca de duas horas de show, a plateia pode acompanhar as interpretações da soprano inglesa, começando por “Angel”, canção de seu mais recente álbum.
Durante a segunda canção, houve um contratempo com o sistema de som do teatro. O tempo para os reparos durou cerca de vinte minutos, após os quais a diva retornou ao palco.
Como foi dito, o show durou cerca de duas horas, com dois atos e um intervalo entre eles, mais o “bis”.
Destaques entre as canções, “Hijo de la Luna”, “It’s a Beautiful Day”, “Ave Maria”, “Figlio Perduto”, “Scaborough Fair” e “The Phantom of the Opera”.
O cantor Erkan Aki fez parceria com Sarah nos músicas “Canto della Terra” e “The Phahtom of the Opera”.
Poucos músicos aompanham Sarah Brightman. Assim, não havia uma orquestra, mas um pequeno grupo de músicos com teclados e sintetizadores. Isso não tirou o brilho da apresentação, mas certamente uma orquestra tornaria o espetáculo ainda mais grandioso. A apresentação contou ainda com duas bailarinas.
O Teatro do SESI não estava lotado, mas o público presente estava bastante empolgado com o show. Ao final de cada ato, e ao final do show, a cantora foi aplaudida em pé.



01/12/2013.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Hoje morreu a gatinha de estimação de minha irmã

Hoje morreu a gatinha de estimação de minha irmã


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A gatinha se chamava Tintim, ou Tim-Tim. Na verdade a grafia nunca foi importante. E como os gatos são altivos, dificilmente ela atendia quando chamada por esse nome.
Era uma gata carinhosa, que quando eu ou meu filho aparecíamos por lá, ela também aparecia, e se alojava no meu colo, ou no colo de meu filho.
Tinha marcas nos olhos que pareciam uma maquiagem egípcia.
De uns tempos para cá, a gatinha desenvolveu tumores. Passou por uma cirurgia com uma veterinária, mas os tumores voltaram. E por fim a enfraqueceram, a ponto dela ter dificuldades para beber, para se alimentar, e mesmo para se manter em pé. Se foi hoje, com pouco mais de 10 anos.
Perder um bichinho de estimação é sempre deprimente. Neste caso, mais para a minha irmã, que para mim.
Mas também estou chateado.



02/12/2013.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

59ª Feira do Livro terminou ontem


A 59ª Feira do Livro de Porto Alegre terminou ontem, 17 de novembro de 2013.
Me pareceu mais curta que as edições anteriores. Acho que é só impressão mesmo.
Em muito tempo, na verdade desde que me lembro de ter começado a frequentar a Feira do Livro, não comprei livro nesta edição da Feira.
Já tenho pilhas de livros para ler em casa. E talvez menos gana de leituras.


18/11/2013.

domingo, 10 de novembro de 2013

Loreena McKennitt em Porto Alegre - Teatro do SESI

Loreena McKennitt em Porto Alegre - Teatro do SESI



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A cantora e compositora Loreena McKennitt esteve em Porto Alegre como parte de sua turné, vinda de Buenos Aires, e a caminho do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Loreena McKennitt é uma cantora e compositora canadense, de ascendência irlandesa e escocesa. E é justamente destas raízes célticas que ela extrai a inspiração para suas músicas, classificadas como “World Music”. As composições de Loreena soam ora como célticas, isto é, de acordo com suas origens irlandesas e escocesas, ora como músicas que podem ser associadas ao Oriente Próximo.
Não à toa, por sinal. Durante o show ela informou que realiza pesquisas musicais há 20 anos, e que suas pesquisas à levaram a lugares como à Turquia, e até à China.
No show ela cantou músicas de seus diversos discos. São nove em estúdio, além de gravações ao vivo e DVD’s. Ela levou ao show uma intérprete para traduzir suas palavras ao público. Delicada, pediu desculpas por demorar tanto a aparecer por aqui.
Foram cerca de duas horas de show, para gáudio do público que enchia (mas não lotava) o Teatro do SESI, naquele domingo, 27 de outubro de 2013.


Abaixo o setlist do show, novamente graças ao Setlist.fm .


Primeira parte:
1. She Moved Through the Fair
2. The Mummers' Dance
3. The Star of the County Down
4. Bonny Portmore
5. Marco Polo
6. Night Ride Across Caucasus
7. Penelope's Song
8. As I Roved Out
9. The Emigration Tunes
10. The Bonny Swans
11. Caravanserai


Segunda Parte:
12. Full Circle
13. The Mystic's Dream
14. Santiago
15. The Dark Night of the Soul
16. Beneath a Phrygian Sky
17. The Lady of Shalott
18. All Souls Night
19. The Old Ways


Bis:
20. Dante's Prayer
21. Huron 'Beltane' Fire Dance




02/11/2013.

sábado, 2 de novembro de 2013

59ª Feira do Livro de Porto Alegre



Começou nesta sexta-feira, dia 1º de novembro, na Praça da Alfândega.

Diário - cinema - Gravidade

Diário - cinema - Gravidade



Gravidade é um filme sobre uma missão espacial da NASA que dá muito errado.
Mas, mais que isso, é sobre uma astronauta, a Dra. Ryan Stone, vivida por Sandra Bullock, que precisa achar motivos para lutar pela sua vida quando tudo ao redor conspira para que ela não volte viva desta missão espacial.
E essa é a força do filme. Apesar de estar ambientado no espaço, mesmo não muito longe do planeta Terra, e dos efeitos especiais que são muito bons, o filme se centra nos dilemas da Dra. Stone. Dessa forma o filme é muito mais dramático que a maioria dos filmes de ficção que vemos por aí. E é por causa desses dilemas da Dra. Stone no espaço, que o espectador pode se identificar com a personagem e refletir, e se emocionar junto com ela.
Durante a maior parte do filme convivemos com as expressões de dúvida e sofrimento da atriz, de maneira que não duvido que Sandra Bullock acabe sendo indicada ao Oscar novamente por este papel.
Um filme que vale a pena assistir.



27/10/2013.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Diário - teatro - Bailei na Curva


Diário - teatro - Bailei na Curva
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Domingo passado, dia 20, fui assitir ao espetáculo "Bailei na Curva", no Teatro do Bourbon Country.
"Bailei na Curva" se transformou numa espécie de memória afetiva da cidade de Porto Alegre, sobre o período que vivemos sob a ditadura civil-militar, entre 1964 e 1985. A peça acompanha um grupo de crianças que vai crescendo ao longo dos cerca de vinte anos da ditadura.
Quando a peça inicia este grupo de crianças está em idade de alfabetização, ou nos primeiros anos do que hoje é o ensino fundamental. Quando vem o golpe, as crianças não tem aula, e ficam felizes por isso. Mas logo há as consequências. Uma das famílias, de um professor universitário, se exila. Um pai de família, um sindicalista operário, "desaparece". Mais tarde, aparece um agente do DOPS, a polícia política, digamos assim, infiltrado na universidade, como espião.
Ao longo do tempo, essas crianças vão crescendo: passam pela adolescência, os primeiros relacionamentos amorosos, o desfrute da juventude, a vida universitária, e por fim a vida adulta.
A peça se sucede mais ou menos como uma série de esquetes, humorísticas ou dramáticas dependendo do momento, em que os atores se revezam nos diversos papeis, seja como estas crianças, seja como os pais delas, ou como algum outro papel coadjuvante. Por esse caráter de sequência de esquetes, não me pareceu que a peça exija demais dos atores, embora isso não seja demérito nem para a peça, nem para os atores.
A peça usa do recurso de arquivos audiovisuais projetados no fundo do palco para ajudar a definir cada época. E tem ótima trilha sonora. Da trilha sonora, faz parte a música "Horizontes" ("Há muito tempo que ando, nas ruas de um Porto não muito alegre, ..."), de Flávio Bicca, que também se transformou em uma espécie de hino informal e sentimental da cidade.
Por fim, resta dizer que a peça já é um patrimônio imaterial da Porto Alegre, pelo menos por enquanto, sendo reencenada faz 30 anos. Uma segunda geração de atores, já sucedeu àqueles que estrearam a peça no início dos anos 1980.
Haverá ainda duas apresentações extras no próximo domingo, dia 27, no mesmo Teatro do Bourbon Country. Depois a peça se apresenta no Teatro da Feevale, e segue em turnê para Rio e São Paulo.


24/10/2013.


José Júlio La Porta, o "Xerife da Feira do Livro de Porto Alegre"


José Júlio La Porta, o "Xerife da Feira do Livro de Porto Alegre"


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Foto de Paulo Nunes, no Correio do Povo.
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Os jornais de Porto Alegre dão notícia do falecimento do "xerife da Feira do Livro", o senhor José Júlio La Porta. Segundo o notíciário ele teria falecido ontem à tarde, no Hospital Nossa Senhora das Graças, no vizinho município de Canoas.
Eu nunca fui apresentado ao xerife, mas como trabalhador das imediações da Praça da Alfândega, o via com frequência, e inclusive comprei revistas na banca que a família dele ainda mantém na mesma Praça da Alfândega. Nesse meu tempo de trabalho vi a banca "caminhar". Posso estar enganado mas Júlio La Porta vendia livros e revistas, inclusive importadas num tempo em que isso não era muito comum, no início da década de 1980, numa loja que ficava na esquina da Rua Sete de Setembro com Caldas Júnior. Hoje esta loja não existe mais. Depois teve a banca que ficava na Avenida Sepúlveda, entre os prédios do Museu de Arte Ado Malagoli e do Memorial do Rio Grande do Sul. É dali a minha lembrança de comprar revistas. Depois a banca mudou para a Alameda ao lado do prédio da Caixa Federal. E no momento está na Rua da Praia, em frente à Caixa Federal. Sempre na Praça da Alfândega.
Desde que me dei conta da existência da Feira do Livro, ali pelo final da década de 1970, Júlio La Porta era o "xerife", o homem que tocava uma sineta, oficializando tanto a abertura quanto o encerramento dda Feira do Livro de Porto Alegre. No encerramento, a comitiva que fechava o evento ia distribuindo rosas pelas bancas.
Nos últimos tempos (que tempos seriam esses? contados em meses ou em anos?) era possível ver o senhor La Porta cada vez mais fragilizado, mas ainda caminhando pela Praça da Alfândega, vez por outra, ou sentado dentro da banca da família.
A notícia é que ele faleceu aos 80 anos, em decorrência de Mal de Alzheimer.
Porto Alegre perde uma personagem que de alguma maneira encarnou a sua Feira do Livro, e bem às vésperas da 59ª edição.


24/10/2013.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Leituras na Piauí - Setembro de 2013 - Mande Sua Chave, ou o relato de Peter Maass sobre os contatos de Edward Snowden e a documentarista Laura Poitras


Leituras na Piauí - Setembro de 2013 - Mande Sua Chave, ou o relato de Peter Maass sobre os contatos de Edward Snowden e a documentarista Laura Poitras



“Mande sua Chave” é o relato que o americano Peter Maass faz sobre a maneira como Edward Snowden revelou ao mundo um pouco das entranhas da máquina de espionagem dos Estados Unidos.
É uma reportagem bem completa, que começa mostrando as tentativas fracassadas de Snowden de estabelecer contato com o jornalista Glenn Greenwald, e depois as tentativas bem sucedidas de contato com a documentarista Laura Poitras.
A reportagem traça perfis de Grennwald e Poitras.
Mas o que fica bem estabelecido no relato de Maass é o Estado de Segurança Nacional que se estabeleceu nos Estados Unidos.
Laura Poitras foi constantemente humilhada tanto em suas partidas dos Estados Unidos, quanto em suas chegadas de volta ao pais. Com o detalhe que ela é uma cidadã dos Estados Unidos. O assédio foi constante até que Greenwald denunciou o caso no Guardian, com a concordância dela. Como era isso? Em um embarque, se revisa a sua bagagem mais que a dos outros, em uma chegada se apreende seu computador e seus dispositivos de armazenamento de dados, em uma outra chegada ela foi isolada em uma sala, com agentes federais lhe fazendo interrogatório. Coisas desse tipo.
Contam também de um ex-oficial de agência do governo que denunciou esse estado de coisas, e um dia teve a casa invadida por oficiais do FBI, e computadores apreendidos, além de armas apontadas para ele e seus familiares. E ele nunca foi indiciado por nada.
Esta é a especial denúncia da reportagem. Existem tribunais secretos, que, com base em leis secretas, podem causar todo tipo de constrangimento aos cidadãos dos Estados Unidos. Que dirá aos estrangeiros.
Laura Poitras atualmente está trabalhando em Berlim, justamente para evitar que um dia tenha a casa invadida por agentes do FBI que lhe levem embora todo seu equipamento, e seu trabalho, sem lha dar nenhuma satisfação.



22/09/2013.

Leituras na Piauí - Setembro de 2013 - O verão chileno


Leituras na Piauí - Setembro de 2013 - O verão chileno



“O Verão Chileno” é uma longa reportagem da jornalista argentina Josefina Licitra (como longas contumam ser as reportagens publicadas na revista Piauí), abordando a revolta estudantil de 2011 no Chile, e seus protagonistas, em especial a jovem Camila Vallejos, uma garota de olhos claros que acabou por ser o rosto daquele movimento, e que catapultou o movimento estudantil chileno às manchetes do mundo todo.
Comenta desde como a grande mídia chilena e mundial focou seu interesse na beleza física de Camila, o que a levou a comentar, a Camila comentar, que ela esperava esse tipo de exploração, tanto a fim de banalizar o movimento estudanil, quanto de esterilizá-lo. Camila esperava esse tipo de exploração, mas ainda assim não estava preparada para o grau da exploração de sua beleza a que foi submetida.
A reportagem informa alguns dos paradoxos chilenos. Já naqueles outono e inverno de 2011, o Chile parecia estar se encaminhando para se tornar um país desenvolvido, segundo a reportagem com uma renda per capita de aproximadamente vinte mil dólares, o que é um pouco mais ou um pouco menos do dobro da renda per capital brasileira, dependendo da fonte dos dados. Mas claro que a renda per capital esconde alguns paradoxos como o da famosa piada, que, se eu tenho um renda per capital de dez mil dólares por ano, e meu vizinho desempregado tem renda zero, nós dois juntos temos uma renda per capita de cinco mil dólares por ano, o que não seria mal se toda a renda ficasse comigo e ele ficasse com nada. Pois bem, a reportagem informa que a maioria dos chilenos que trabalham tem renda média de quinhentos dólares por mês, seis mil por ano, bem abaixo dos tais vinte mil dólares per capita dos índices econômicos do país.
E a educação superior chilena é paga, mesmo nas universidades públicas. O que acarreta dívidas para os estudantes, que terão que pagá-la após a sua formatura, mais ou menos como o FIES brasileiro. Mas ao contrário, do Brasil, onde o financiamento é assumido pela Caixa Federal, com algum subsídio, no Chile, o financiamento estudantil é feito por bancos privados, com juros de mercado.
E me parece que os estudantes gostariam de ter uma oportunidade de estudo gratuito, ou de financiamentos subsidiados. Mas o governo chileno não ofereceu isso, em lugar disso, ofereceu aos bancos garantias governamentais, isto é, aval, para os empréstimos feitos aos estudantes, aliviando o risco dos bancos, sem aliviar os juros dos estudantes.
Bom, agora muitos daqueles estudantes que participaram da revolta de 2011, estão se formando, ou já se formaram. E muitos deles estão entrando para a política institucional chilena. Pelo que pude entender, um sistema distrital, que favorece os impasses no Legislativo do país. E muitos deles contra os políticos da Concertação, a coalizão de democratas-cristãos e socialistas que tem governado o país desde o fim da ditadura de Pinochet, com exceção do atual governo Piñera. Como eles dizem, a Concertação se diz a associação da social-democracia com a democracia cristã, mas vem governando com os métodos e a legislação deixada por Pinochet. Mais uma demonstração dos impasses de um Legislativo que não permite avançar direitos sociais.
Camila Vallejos é candidata a deputada pelo Partido Comunista, que, meio ironicamente, faz parte da coalizão que participa da Concertação. É como se ela fizesse parte de uma oposição às atuais regras para os estudantes universitários, mas através do partido do governo.
Camila Vallejos, a propósito, informa a reportagem deve se tornar mãe nesta primavera, se é que já não se tornou. Uma maneira de tentar se afastar do padrão de beleza que foi explorado à exaustão em 2011.




22/09/2013.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Flagrantes de Porto Alegre: A Rua Caldas Júnior transformada em quadra de futebol

Flagrantes de Porto Alegre: A Rua Caldas Júnior transformada em quadra de futebol

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Na manhã desta quinta-feira, dia 10 de outubro, os bancários, em greve, transformaram a segunda quadra da Rua Caldas Júnior, no centro de Porto Alegre, e endereço da sede do Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Banrisul, o banco estadual, em uma quadra de futebol de salão improvisada.
Foram disputados dois grenais, um masculino e outro feminino.
Os bancários estão em greve há 22 dias.
A Rua Caldas Júnior transformada em quadra esportiva não é algo que se vê todo dia.




10/10/2013.


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Simple Minds em Porto Alegre - Turnê "Greatest Hits +"

Simple Minds em Porto Alegre - Turnê "Greatest Hits +"


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Era uma vez uma fria noite de primavera em Porto Alegre. Um sábado, 5 de outubro de 2013.
Pois nessa noite fria, o grupo britânico (escocês) "Simple Minds" iniciou o ciclo brasileiro de seu "tour", o "Simple Minds Greatest Hits + Tour 2013". Por Porto Alegre. As apresentações acontecem ainda em São Paulo, 8 de outubro, e em Curitiba, em 12 de outubro.
Nessa noite fria de primavera, vários quarentões e cinquentões, e também alguns jovens que descobriram a música do "Simple Minds", alguns destes jovens talvez ouvindo os discos de seus pais, estiveram no Auditório Araújo Vianna para assistir a banda. Entre as músicas cantadas esteve, "Once Upon a Time".
O Araujo não estava lotado, mas estava bem cheio.
Em seu auge, na segunda metade dos anos 1980, o grupo enchia estádios pelo mundo. Muito disso se deveu ao sucesso da música "Don't you (Forget About Me)", que esteve entre as 10 mais tocadas tanto nos Estados Unidos, quanto no reino Unido, em parte devido a ter sido incluída na trilha sonora do filme "O Clube dos Cinco" ("The Breakfast Club"), um dos filmes de temática adolescente de John Hughes, produzido em 1985. Eu ainda não assisti o filme, mas acredito que muita gente da plateia tenha assistido.
Mas tudo isso era história, quando o show iniciou, por volta de 21h05min de sábado. Lá estava James "Jim" Kerr no palco, com sua voz característica, a voz que identifica o "Simple Minds". O show iniciou com "Broken Glass Park". O cinquentão Kerr esbanjou energia cantando os hits da longa carreira da banda (mais de trinta anos). Além de Kerr, fazem parte da banda, Charlie Burchill na guitarra, Mel Gaynor na bateria, Andy Gillespie nos teclados, e Ged Grimes no baixo. O grupo contou ainda com o suporte da poderosa voz de Sarah Brown. Entre as músicas da noite, além das já citadas "Once Upon a Time" e "Don't You (Forget About Me)", "Someone, Somewhere in Summertime", e "Alive and Kicking". "Don't You (Forget About Me)" foi o auge do show, em minha opinião, e como se poderia esperar, uma vez que é a música mais conhecida do grupo. As músicas de protesto do grupo, contra o regime do apartheid na África do Sul, “Biko” e “Mandela Day” (eram músicas de protesto na década de 1980, quando Biko foi executado numa câmara de tortura do regime do apartheid, e Mandela era um preso político) não foram tocadas no show.
Surpreendentemente não houve abertura por parte de qualquer músico brasileiro. Foi uma noite para ouvir apenas "Simple Minds". Com apenas um reparo: em entrevista ao jornal Correio do Povo, Jim Kerr anunciou um show de duas horas, mas o show durou uma hora e meia com o bis.
Para quem viveu aquele tempo, foi realmente uma noite para reviver os anos 1980.



08/10/2013.


Abaixo o vídeo, um tanto tremido, de "Don't You (Forget About Me)". Coloquei outros três no YouTube.

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Este é o setlist do show, graças ao saite "Setlist.fm":


1. Broken Glass Park
2. Waterfront
3. Once Upon a Time
4. Big Sleep
5. Let the Day
6. Hunter and the Hunted
7. All the Things She Said
8. I Travel
9. Glittering Prize
10. This Fear of Gods
11. Don't You (Forget About Me)
12. New Gold Dream


Bis:
13.Theme for Great Cities
14. Neon Lights
15. Someone Somewhere in Summertime
16. Sanctify Yourself
17. Alive and Kicking