domingo, 30 de junho de 2013

Flagrantes de Porto Alegre: DRIME se apresenta no Parque Germânia



O grupo DRIME (DRIME é uma sigla em inglês, que significa "Disciples Ready in Mobile Evangelism", ou "Discípulos Preparados em Evangelismo Itinerante") se apresentou na tarde deste domingo em Porto Alegre.
O Grupo Drime é mais uma maneira de falar de Jesus Cristo às pessoas, segundo a tradição cristã protestante-evangélica.
No Brasil o grupo possui um blog , e uma página no Facebook , que inclusive parece a melhor fonte de informações sobre o grupo / ministério.


30/06/2013.

Copa das Confederações 2013




E o Brasil ganhou a Copa das Confederações 2013. Jogada no Brasil.
E ganhou com autoridade. Foram cinco partidas e cinco vitórias, apenas jogando não tão bem contra o Uruguai. Mesmo assim venceu.
Eu imaginava que a Espanha era favorita contra o Brasil hoje. O Brasil podia vencer como o Inter venceu o Barcelona em 2006, ou como o Coríntians venceu o Chelsea em 2012. Mas não. Foi uma vitória consagradora. Brasil 3, Espanha 0.
Foi legal haver uma Copa das Confederações no Brasil. Infelizmente a Copa coincidiu com a maior onda de manifestações públicas no Brasil, manifestações estas que, após se centrarem nos altos preços e na baixa qualidade do transporte público, se voltaram, entre outras coisas, contras os gastos feitos pelo país em estádios para receberem a Copa do Mundo de Futebol de 2014.
Neste aspecto as manifestações chegam um pouco atrasadas, pois, afinal, os estádios já estão praticamente prontos.
Eu gostei de ver a Copa das Confederações. Gostei das cerimônias de abertura e encerramento da Copa. E lamento que Porto Alegre não tenha sido sede desta Copa das Confederações.
Bom, esta já foi.
Agora é aguardar a Copa do Mundo de Futebol, no ano que vem. Imagina!


30/06/2013.

sábado, 22 de junho de 2013

Bem-vindo Inverno Austral!


O inverno austral iniciou na madrugada desta sexta-feira, dizem os meteorologistas. Foi o solstício.
Faz um friozinho em Porto Alegre, mas nada que assuste.


22/06/2013.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sala Imax


Fui assistir ao filme "Jornada nas Estrelas, Além da Escuridão", na sala "Imax" do xóping Bourbon Wallig.
A projeção em Imax foi muito boa. Valoriza bastante o filme em "3D". Acredito que funcione bem em 2D também.
Já os preços não são tão bons. No final de semana, a entrada inteira custa R$ 30,00 , entrada com carteira de estudante custa R$ 25,00. Acrescente-se a isso, R$ 6,50 por um saco médio de pipocas, e R$ 8,00 por um copo de refrigerante de 500 ml. Se o espectador não fizer compras no supermercado do centro comercial haverá ainda de pagar estacionamento. Assim, a ida ao cineminha no final de semana pode alcançar R$ 100,00 . Um valor nada trivial.


18/06/2013.

Diário - cinema - Jornada nas Estrelas, Além da Escuridão



Sábado passado, 15 de junho, fui assitir ao filme "Jornada nas Estrelas, Além da Escuridão" ("Star Trek Into Darkness"). Um bom filme, bem melhor que o filme anterior da mesma franquia. 
Neste caso, a tripulação da U.S.S. Enterprise deve perseguir um terrorista que realiza ataques contra a Frota Estelar na Terra, e surpresas advirão desta jornada.
Este filme tem várias citações, tanto da série original dos anos 1960, quanto da série de filmes produzida na década de 1980. 
E curiosamente em algum momento do filme é citada uma nave da Frota Estelar, chamada de U.S.S. Bradbury. Provavelmente uma homenagem ao autor de ficção científica. 
Vale a pipoca. Vale ainda mais para fãs da série.



18/06/2013.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Reflexões trazidas pela peça “Marxismo, Ideologia e Rock'n Roll”


Reflexões trazidas pela peça “Marxismo, Ideologia e Rock'n Roll”


A peça “Marxismo, Ideologia e Rock'n Roll” me suscitou algumas reflexões, as quais pretendo comentar a seguir.

Obviamente, para comentar a peça e as reflexões que ela me suscitou alguma coisa sobre a peça há de ser dita. Então, se você acha que pode perder parte do prazer de assistir à montagem por conta de algum detalhe previamente revelado aqui, é melhor que você não leia este texto.

Então vou começar pelo fim. Quando fiz meu breve comentário sobre a peça, eu falei das boas soluções técnicas e disse que o final deixava a desejar. Explico-me: o final da peça se torna uma história de amor que enfim se realiza. Pode ser um final com caráter redentor, mas me pareceu um tanto quanto escapista. É o típico final hollywoodiano e pequeno-burguês, do qual ouvi falar numa palestra e que qualquer frequentador mais ou menos regular de cinemas sabe, isto é, o final em que o mundo pode estar acabando ao seu redor, mas se você conseguir manter a você mesmo e seus amados (como namorada ou esposa e filhos) bem, tudo estará bem. O exemplo mais extremo disso foi o filme “2012”, de Roland Emmerich, onde é literalmente isso que acontece, o mundo está acabando, mas como você, sua esposa e seus filhos estão bem, tudo está bem. Na peça “Marxismo, Ideologia e Rock'n Roll”, as personagens Ian e Esme se separam na juventude, quando ele decide abandonar Cambridge e voltar para Praga, ocupada pelas tropas do Pacto de Varsóvia, que estão ali para sufocar a “Primavera de Praga”, um movimento reformista que pretendia humanizar o regime socialista da Tchecoslováquia. Ian, a princípio era alinhado ao regime, tanto que foi estudar na Inglaterra sob os auspícios do regime, mas volta para tentar de alguma maneira resistir, construir seus país. Por conta disso foi preso, interrogado, possivelmente torturado, quando libertado ficou sob vigilância, teve sua residência invadida e depredada, e depois teve que aceitar a ocupação de padeiro, muito abaixo de suas qualificações de estudante pós-graduado. Depois o chamado “socialismo real” vai se desgastando, e por fim acaba. Ian pode assumir um emprego compatível com a sua educação, e pode viajar ao exterior novamente. Pode retornar a Cambridge e retomar sua relação com Esme. Final Feliz. Feliz?

Em contraposição à repressão e às violações de direitos humanos em Praga, a peça mostra a tranquilidade, a democracia e as liberdades civis desfrutadas na Inglaterra, onde um professor universitário pode não apenas ser simpatizante dos regimes socialistas repressores da Europa Oriental, como mesmo colaborar de alguma forma com estes regimes.

Provavelmente é a origem de Tom Stoppard que gere uma abordagem assim. Pelo que é informado sobre ele, ele saiu da Tchecoslováquia ainda criança, quando seus pais fugiram da eminente invasão nazista ao país no final da década de 1930. Sua família foi para Hong Kong, então um domínio inglês. Seu pai morreu na Guerra, e sua mãe casou-se com um cidadão inglês. A Inglaterra tornou-se seu país natal, diante de uma Tchecoslováquia, que passou da ocupação nazista, para a ocupação soviética, e posteriormente para um regime socialista com liberdades civis restringidas. A Inglaterra manteve sua democracia e suas liberdades civis.

Mas se a Inglaterra foi lar e refúgio para Stoppard, em contraste com os regimes de força de sua Tchecoslováquia natal, ela não passou incólume pelo período. Por exemplo, em 1953 os serviços secretos ingleses, em colaboração com a CIA, foram co-responsáveis pelo golpe de estado que derrubou Mossadegh no Irã, e instalou a ditadura do Xá Reza Pahlevi que durou mais 20 anos. A Inglaterra sempre foi alinhada com os Estados Unidos, que ajudou a semear ditaduras pelo mundo, justamente agitando o fantasma do perigo comunista, das ditaduras socialistas, que ameaçavam o estilo de vida ocidental e cristão.

Se tomarmos como espelho o Brasil para o que chamei de arco temporal da peça, de 1968 a 1990, o que vemos refletido? No final de 1968 foi instituído pelo regime militar (que surgira de um golpe de estado apoiado pelos Estados Unidos quatro anos antes) o Ato Institucional Nº 5, que acabava com as poucas liberdades civis que os militares haviam mantido após o golpe. Em 1990, e apenas em 1990, o primeiro presidente civil eleito diretamente pelos cidadãos tomou posse no cargo. Nesse intervalo, tivemos um regime que permitia prisões arbitrárias, tortura e execuções extra-judiciais. Em parte tal tipo de regime se justificava por conta da ameaça do “comunismo internacional”.

Apesar de tudo, essa peça não pode ser incluída dentro da vasta indústria do anticomunismo, até porque foi escrita em 2006, depois portanto do final dos regimes do chamado “socialismo real existente”. Se hoje ainda há regimes que se dizem socialistas como é o caso de Cuba, Vietnã, China e Coreia do Norte, isso é muito menos importante do que o que existia até 1991, com a União Soviética, Polônia, Tchecoslováquia, Hungria, Romênia, Iugoslávia, Bulgária e Albânia, todos se dizendo socialistas.

Desde a Revolução de 1917, o socialismo se tornou um ideal mobilizador, uma utopia que estava destinada a triunfar em todo mundo, onde todos os homens seriam iguais, onde não haveria a “exploração do homem pelo homem” (para repetir uma frase muito citada). Tal ideal se tornou em uma espécie de religião secular, que conseguiu adeptos e simpatizantes pelo mundo todo. Mesmo que tenham acontecido os pelotões de fuzilamento, as restrições às liberdades civis, e os campos de trabalhos forçados. Por outro lado, o ideal socialista gerou uma reação contrária de igual ou maior magnitude. O que chamei de “indústria do anticomunismo” anteriormente. E que em nome de evitar o “perigo comunista” não se importou em espalhar ditaduras que também acabavam com liberdades civis, torturavam e matavam, e não se interessavam em amenizar a “exploração do homem pelo homem”. E, se em 1946, após ter sido fundamental para derrotar o nazi-fascismo, o socialismo soviético parecia prestes a dominar o mundo, com o exército soviético ocupando diversos países da Europa Oriental, e com os partidos comunistas da França e da Itália muito fortes, em 1968 ele já claudicava, apesar da aparência de pujança. E em 1991 ele basicamente deu seu último suspiro, quando o golpe de estado contra Gorbachev fracassou. Foi o fim da utopia comunista.

E talvez seja isso que nos traga para o rock, o “rock'n roll”. Voltando à nossa peça, no início, quando Ian decide retornar a Praga, a única coisa que ele faz questão de declarar que levará de volta é sua coleção de discos de rock. No início da peça, Esme imagina que Syd Barrett, fundador do Pink Floyd canta para ela. Em Praga, as forças da repressão fazem questão de roubar e destruir a coleção de discos de Ian. Na Tchecoslováquia, os músicos que tocam rock são considerados subversivos, perdem suas licenças de músicos, mas mesmo assim continuam compondo e se apresentando. Se tornam resistentes contra o regime. E no final da peça se dica sabendo que os Rolling Stones se apresentam em Praga em 1990. Seria o rock uma nova utopia? Um novo ideal? Difícil. Se no início o rock surgiu como elemento de demonstração de rebeldia juvenil, ele logo é cooptado. O capitalismo sempre se adapta.

Então, se nem o socialismo, nem o rock pode ser uma utopia a nos guiar, a único meio de alcançar a felicidade será através da pessoa amada? Talvez. Mas isso não é ou pode se tornar um reducionismo e uma espécie de escapismo?



12/06/2013.


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Arthur de Faria se tornou o espectro de Syd Barrett

Ao menos é isso que parece na peça “Marxismo, Ideologia e Rock’n Roll”, adaptação de Luciano Alabarse e Margarida Peixoto para a peça “Rock’n Roll, de Tom Stoppard, encenada na primeira semana de junho de 2013, no Teatro São Pedro, em Porto Alegre.


Diário - teatro - Marxismo, ideologia e Rock'n Roll


Diário - teatro - Marxismo, ideologia e Rock'n Roll

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Sábado passado, 8 de junho, fui ver a peça "Marxismo, Ideologia e Rock'n Roll", adaptação de Luciano Alabarse e Margarida Peixoto para a peça "Rock'n Roll" do dramaturgo tcheco-britânico Tom Stoppard, no Teatro São Pedro.

A peça abarca um arco temporal que vai de 1968, ano do fim da chamada "Primavera de Praga", um movimento reformista dentro da Tchecoslováquia socialista, até 1990, ano em que a antiga "Cortina de Ferro", de países do oriente da Europa com regimes socialistas, praticamente deixou de existir, e ano em que os Rolling Stones realizaram um concerto na Tchecoslováquia. E as personagens estão no circuito Cambridge/Inglaterra-Praga/Tchecoslováquia.

Contrapõe um jovem tcheco e idealista que estudava em Cambridge a um professor britânico alinhado com o socialismo existente então no leste da Europa. E idealiza o papel do rock and roll na abertura dos regimes, em especial na Tchecoslováquia.

A montagem do espetáculo inclusive distribuiu um prospecto (que se transforma em cartaz da peça), onde tenta explicar um pouco do contexto histórico, o que é bom, porque nesses 22 anos que se passam na peça muita coisa aconteceu no mundo. E a peça ainda dá um certo destaque para Syd Barrett, roqueiro fundador do Pink Floyd, e que abandonou o grupo em 1968, por conta de problemas de saúde mental.

Foi uma boa montagem. Os atores são bons. A iluminação funcionou bem. Houve uma maneira de manter os espectadores inteirados sobre o momento histórico que acontecia. A solução técnica para o envelhecimento das personagens no correr do anos foi muito boa. O final da peça deixou a desejar.

Em todo caso, uma boa montagem. Seria interessante que a peça saísse em turné pelos teatros do interior do estado.



11/06/2013.


terça-feira, 11 de junho de 2013

11 de junho de 2013, um dia cinzento em Porto Alegre


Hoje o dia foi completamente cinzento em Porto Alegre.
Começou de manhã cedo com nevoeiro que atrasou e cancelou voos no Aeroporto Salgado Filho.
E com nuvens passou o dia.
Não choveu.
Não se viu o sol.
Outono em Porto Alegre.

11/06/2013.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Muita coisa para ver...


Muita coisa para ver...



Neste final de semana, aqui em Porto Alegre, havia uma peça no Teatro São Pedro, “Marxismo, Ideologia e Rock’n Roll”, e havia um show muito interessante no Teatro do SESI, “La Veritá”. Na sexta-feira, dia 7, houve uma apresentação de balé por um grupo russo no Teatro do Bourbon Country.
Há vários filmes em cartaz nos cinemas, incluindo o lançamento da nova adaptação de “O Grande Gatsby”.
Há basicamente dois problemas aí. Um é que não podemos estar em dois locais, assistir a dois shows, simultaneamente. Dois é que não há orçamento doméstico que aguente tal profusão de entretenimento.
É isso aí.


09/06/2013.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Diário - leituras - Elfen Lied


Diário - leituras - Elfen Lied

Estive lendo por estes dias, a série de mangás "Elfen Lied", publicada aqui no Brasil pela Panini Comics.
Os mangas foram escritos por Lynn Okamoto, e publicados no Japão no início dos anos 2000. Por conta do sucesso da série Elfen Lied, Lynn Okamoto se tornou bastante conhecido como o autor desta e de outras obras do universo mangá. Elfen Lied também foi adaptado para a televisão, gerando uma série de animes, o que aumentou ainda mais seu público.
Apesar de conhecido como um mangaká, isto é, um autor de mangás, se sabe pouco sobre Lynn Okamoto, basicamente o que ele divulga em seu
sítio na Internet, que está, como talvez se pudesse esperar, escrito em japonês. O sítio tem um ar retrô, remetendo ao velho sistema operacional MS-DOS. O sítio fala de sua obra, e lembra que ele trabalhou na Bandai, antes de estourar com Elfen Lied, e atualmente vive Tóquio. Assim, pouco se sabe sobre a vida pessoal do autor. Ele nasceu em 6 janeiro de 1971, ou seja, no momento em que escrevo faz cinco meses que ele completou 42 anos.
Elfen Lied trata do que talvez seja a evolução do homo sapiens. Em determinado momento e determinada região do Japão, começam a nascer meninas com pequenos chifres, as "dicornius". Além dos chifres, a partir dos três anos de idade, estas meninas começam a desenvolver uma estranha habilidade, os chamados vetores, basicamente uma espécie de força que emana das meninas e é capaz de matar quem elas desejem matar. Tal força, representada no mangá por braços e mãos invísiveis às vítimas, é capaz de decapitar pessoas, ou decepar braços e pernas, ou, mais sutilmente, arrebentar artérias causando hemorragias internas que levam suas vítimas à morte.
Como as personagens diclonius usam bastante este recurso, a história tem momentos de extrema violência, o que só é amenizado pela expressividade em preto e branco e pelo traço estilizado do mangá.
A personagem principal é Lucy/Nyu uma adolescente dicornius, representativa de tudo aquilo de bom e de mau que uma dicornius pode fazer à humanidade. Junto dela estão os também adolescentes Kouta, um rapaz que perdeu o pai e a irmã em circunstâncias trágicas, e Yuka, uma moça que é prima de Kouta e, secretamente, também é apaixonada por ele.
Com as principais personagens sendo adolescentes, a história também mostra manifestações de intenso sentimento. No Japão, isso significa sentimentos intensos, e intensamente reprimidos.
O mangá é destinado a jovens adultos, pois contém algumas cenas de nudez e erotismo.
Além disso, a história também explora nossas interações: rejeição, "bullying", preconceito, discriminação, pertencimento, amor, ódio. Tudo isso está na história. E mais ainda conspirações, e agências do governo japonês sobre as quais ninguém, nem o primeiro-ministro, tem controle.
"Elfen Lied" significa "Canção dos Elfos", e há um momento em que Nyu canta uma canção alemã com esse título.
Elfos são seres mitológicos, oriundos do folclore nórdico, com capacidades sobrenaturais, capazes de afetar a vida dos seres humanos, para o bem ou para o mal. Na maior parte das vezes para o mal.
Uma diversão interessante para quem gosta.


07/06/2013.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Noé Melo Fernandes, o "Gaúcho do Beira-Rio"


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Estava eu caminhando e fotografando pela Rua da Praia, próximo à Igreja das Dores, no início da tarde, quando um senhor pilchado me acenou, fazendo sinal de positivo. Era o "Gaúcho do Beira-Rio", torcedor conhecido do Sport Club Internacional, e que há anos frequenta o estádio, onde consegue se destacar na multidão.
Hoje ele estava vestido de verde e amarelo, certamente se preparando para a Copa das Confederações este ano e para a Copa do Mundo no ano que vem. E possivelmente ainda irá à Arena do Grêmio no próximo final de semana para ver o amistoso entre as seleções do Brasil e da França.
"Seu" Noé é policial militar aposentado, e figura conhecida em Porto Alegre. Além de frequentar o Beira-Rio, ele também tem um traje que usa para visitar a Feira do Livro da cidade, no período em que ela é realizada, na primeira quinzena de novembro. Nessa ocasião, frequenta a Feira usando uma pilcha com estampas de jornais.
Uma das pessoas de destaque de Porto Alegre por esses dias.


05/06/2013