sábado, 28 de setembro de 2013

Diário - cinema - O Ataque

Diário - cinema - O Ataque



Na terça-feira, dia 17, fui assistir ao filme “O Ataque”, original “White House Down”, produção americana deste ano, em que um grupo de terroristas invade a Casa Branca, com a intenção de sequestrar o presidente, e pedir um vultoso resgate, enquanto este mesmo presidente está envolvido em negociações para finalmente pacificar o Oriente Médio.
É mais um daqueles filmes de ação, dirigido por um especialista em filmes de ação, Roland Emmerich.
O filme tem diversas inconsistências, a começar por um presidente pacifista, desvinculado do complexo industrial-militar que circunda o Pentágono.
Depois, no início do filme, o complexo de defesa da Casa Branca é vencido com a facilidade com que comandos aliados venciam alemães nos filmes de guerra da década de 1940 e 1950, ou seja, todos os policiais e soldados que guardam a Casa Branca se comportam como uns bananas no caso de um ataque terrorista à sede do governo dos Estados Unidos.
O que os terroristas não contavam é que, por acaso, naquele dia, estava visitando a Casa Branca  John McClane, para salvar o dia. Brincadeira, não é John McClane, mas é John Cale, o que dá quase no mesmo.
John Cale é um ex-soldado que já esteve no Afeganistão, voltou para casa, e trabalha como segurança do presidente do Congresso, mas na verdade gostaria de ser segurança do presidente do país, homem adorado por sua filha Emily, porque trouxe o papai para casa, e é um idealista que poderá trazer a paz ao Oriente Médio.
Bom, John Cale é vivido pelo ator Channing Tatum, que deverá, ou deveria, salvar o dia, e o presidente Sawyer, vivido por Jamie Foxx.
Destaque para Maggie Gyllenhaal, que faz a agente Finnerty, que consegue, bem, consegue atuar num filme desses. A maquiagem a envelheceu um pouco para o papel.
Quem gosta de ação haverá de gostar. Eu achei o filme apenas regular.



22/09/2013.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Vendendo Poesia em Porto Alegre


Vendendo Poesia em Porto Alegre

Pois quarta-feira, dia 11, eu estava atravessando a Avenida Cristóvão Colombo, em frente ao Shopping Total, dirigindo-me à parada para pegar o ônibus e ir para casa, quando uma mulher me interpelou.
Ele se chamava Patrícia Brufatto, e estava divulgando as poesias que ela escreve.
Por módicas contribuições ela fornecia algumas de suas poesias, mais alguns cartões postais, e alguns desses cartões também continham poesias, embora não de autoria dela.
Isso aconteceu por volta de nove da noite. Horário e locais interessantes para vender poesia.
Googlando o nome dela, vi que outros dois blogues já comentavam a atuação de Patrícia Brufatto.
Independente de qualquer julgamento sobre a qualidade dos poemas, de Patrícia, que bom que alguém distribua poesia pela cidade.

Abaixo um dos poemas que recebi:


Codificando o Verso


Patrícia Brufatto

A poesia é cientista
Vista aos olhos nus do artista
Sente em "la piel"
Entrelaça com a rima, sendo perfeita ou não
é que nem alma-gêmea
Revigora auroras da noite mais profunda
Intensifica tristezas em alegrias
Faz-me amante da paz
de um elo de pás

Os outros blogues que referiam Patrícia Brufatto:
- Poesia em sol, papel e piano… no blogue “Arte de Poetizar”, de Daniela Damaris;
- Patrícia Brufatto - Retratos… no blogue “Óculos de Lennon”, de Enéas Bispo.



16, 23/09/2013.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Os Fagundes - 30 anos do Canto Alegretense

Os Fagundes - 30 anos do Canto Alegretense



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Pois nesta sexta-feira, 13, estive no Auditório Araújo Vianna para assistir o show dos Fagundes, celebrando os 30 anos do Canto Alegretense. Estavam lá Bagre Fagundes, o patriarca com uma gaita de quatro baixos e nos vocais, Ernesto Fagundes e seu bumbo leguero e seu vocal, Nico Fagundes nos vocais, Neto Fagundes também nos vocais, e Paulinho Fagundes no violão. Houve participações especiais de Jorginho do Trumpete e do Guri de Uruguaiana. Também havia músicos de apoio e um grupo de danças de fandango para incrementar o show.
Nico Fagundes teve que sair em um momento do show aparentemente para dar uma descansada, afinal a idade e a saúde começam a pesar, e voltou no final.
O show serviu também para gravar um DVD.
No repertório, músicas consagradas do cancioneiro regional, como “Origens”, a música tema do programa televisivo “Galpão Crioulo”, “Guri”, dos Serranos, e “Querência Amada”, o clássico de Teixeirinha.
Foram cerca de duas horas de um belo show, com direito a cantoria do “Hino Riograndense”. Seria um pouco menos, se não tivessem que cantar novamente duas das canções que, ou não foram gravadas, ou não ficaram boas o suficiente para o DVD.



15/09/2013.

sábado, 14 de setembro de 2013

"Summer Week" na finaleira do inverno de Porto Alegre em 2013




E nesta semana tivemos temperaturas de verão em Porto Alegre, embora ainda estejamos no inverno, embora isso, de ainda estarmos no inverno, seja cada vez menos evidente.
De segunda a sexta-feira, a temperatura durante as tardes foi acima de 30ºC. Clima de verão.
Mas verão nesse momento é no hemisfério norte.
A primavera austral deve iniciar em 22 de setembro.
Só para constar.


13/09/2013.

sábado, 7 de setembro de 2013

Dois meses do incêndio do Mercado Público de Porto Alegre


Dois meses do incêndio do Mercado Público de Porto Alegre

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Neste dia 6 de setembro fez dois meses que ocorreu o incêndio que destruiu parte do Mercado Público de Porto Alegre.
Quem acompanhou o incêndio pela televisão naquela noite de 6 de junho de 2013, pensou que o Mercado Público tinha acabado. Não foram poucas as manifestações de lástima por tão grande perda que a cidade possivelmente estava sofrendo.
Quando amanheceu as autoridades constataram que o dano era bem menor que se pensava, e que as imagens televisivas deram a entender. Foi destruído parte do piso superior e do telhado, mas a maior parte do piso térreo, o principal, com mais lojas e o mais visitado, não sofreu grandes danos.
O grande babado se deu por conta de uma coluna do cronista Paulo Santana, colunista do jornal Zero Hora, possivelmente o de maior circulação em Porto Alegre. Paulo Santana declarou simplesmente que a cidade deveria aproveitar o incêndio e implodir o restante do prédio, e construir um moderno centro comercial (“shopping”) com estacionamento, pois não é possível que nos dias de hoje, exista um centro de compras sem estacionamento. Uau! E eu comentei com o meu filho e com os meus botões que isso era infantilidade, que tal declaração queria causar polêmica para levantar a audiência e ajudar a vender jornal.  Já o jornalista Juremir Machado da Silva, colunista do concorrente jornal Correio do Povo, não foi tão benigno em suas conclusões; sem nomear Santana, disse que implodir o Mercado Público era uma ideia estúpida, e que o colunista do Zero Hora era “conhecido pela sua prepotência, pela sua arrogância, pela sua violência verbal, por ser rasteiro”. Por fim disse que Santana estava caduco.
Pois é...
Semanas depois do incêndio o Mercado já foi reaberto ao público. Por enquanto só o piso térreo.
O Mercado Público é um marco da cidade de Porto Alegre desde o final do século XIX, e de fato é um patrimônio histórico bem material da cidade. As primeiras fotos do Centro Histórico de Porto Alegre, lá pela década de 1860, já mostravam este marco da cidade, então com apenas um andar.
Eu sou cliente dos estabelecimentos do Mercado Público desde que comecei a trabalhar, já faz uns 30 anos. Fiz lanches e comprei pães na Copacabana, tomei cafés vários nas várias cafeterias do Mercado, almocei no Gambrinus, e comprei erva para chimarrão na Casa da Erva-Mate. Comprei erva novamente esta semana ainda, minha primeira ida ao Mercado após sua reabertura. Só não comi ainda o “violento mocotó” do Naval, se bem que me disseram que a qualidade do mocotó do Naval caiu. A conferir.
Enfim, o Mercado Público é um marco que tem servido de referência para os portoalegrenses há mais de um śeculo. Espero que sua futura restauração possa lhe fazer recobrar a glória de seus melhores dias.



06/09/2013.



Pequenas Férias


Pequenas Férias



Em agosto pude desfrutar de um saldinho de férias, por assim dizer.
Contudo preferi não viajar. Já tenho algumas dívidas, e fazer uma viagem implicaria em aumentar esse nível já razoável de endividamento.
Assim, melhor ficar em Porto Alegre.
Nesses dez dias, foram quatro sessões de cinema, e alguns jantares e cafés fora de casa. Ou seja, a gente sempre gasta um pouco mais nas férias. Mas se viajasse, gastaria bem mais.



06/09/2013.