terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz 2014

Feliz 2014


Eu lhe desejo um ano de 2014 feliz e próspero e sadio.
2014 deve ser um ano em que o Brasil realizará uma Copa do Mundo de Futebol e uma eleição para presidente, governadores, deputados federais e estaduais, e senadores.
Em 2014 se terão completado 50 anos desde o Golpe de Estado Civil-Militar de 1964. Uma ferida ainda não cicatrizada no quadro social brasileiro.
Em 2014 também se completam 100 anos da carnificina das trincheiras na Europa - A Primeira Guerra Mundial. A Guerra que encerrou o século XIX e iniciou o XX. Acabou com impérios na Europa, trouxe à luz o que seria o “socialismo real existente” com a criação da União Soviética, marcou o início do declínio do Império Britânico, e tornou os Estados Unidos uma potência mundial emergente.
Em 2014 ainda se completam 75 anos do início da Segunda Guerra na Europa, com a invasão da Polônia pela Alemanha de Hitler, e a reação de França e Inglaterra.  Mas a Segunda Guerra pode também ser vista em parte como uma consequência da Primeira Guerra.
Enfim, tudo isso para lembrar que a vida pode ser pesada. Os homens podem ser rancorosos, violentos, prepotentes.
Em 2014 teremos muita coisa para lembrar e tentar evitar.
Tomara que consigamos ser felizes em 2014.



31/12/2013.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Peter O'Toole - 1932-2013

Peter O'Toole - 1932-2013

Para mim e para muita gente mais Peter O'Toole será sempre "Lawrence da Arábia", o protagonista do fantástico filme de David Lean, de 1962.
Dito isso, eu lembro de também tê-lo visto no filme "O Leão no Inverno", de 1968, também um belo filme, onde ele interpreta um rei inglês no século XII.
Mas não adianta. É sempre preciso voltar a "Lawrence da Arábia", um filme para ser visto muitas vezes.


30/12/2013.

Nelson Mandela - 1918-2013

Nelson Mandela - 1918-2013


Pensar em Nelson Mandela é pensar que a gente é um filho da Guerra Fria.
Sou de um tempo em que Mandela era um prisioneiro político do apartheid na África do Sul. Na década de 1980, artesãos na Praça da Alfândega (acho que era na Praça da Alfândega) em Porto Alegre vendiam camisetas com a estampa do rosto de Mandela, de uma fotografia de 1962 ou 1963, das últimas imagens do líder sul-africano antes de sua prisão, pois o regime racista não permitia a divulgação de novas imagens dele.
Também por esse tempo, nesse caso, o final dos anos 1980, houve a música "Mandela Day" do grupo britânico "Simple Minds".  Uma homenagem aos 70 anos de Mandela, comemorados ainda na prisão.
Por esse tempo o regime do apartheid sul-africano era amplamente boicotado, mas tinha o apoio de quem importava, isto é, dos Estados Unidos e do Reino Unido. E agora na época do falecimento vimos notícias relembrando que tanto Ronald Reagan, quanto Margareth Thatcher se referiam a Nelson Mandela como "terrorista".
Não deve ser por acaso, que só após o fim do Muro de Berlim, e da União Soviética, o governo racista sul-africano tenha se sentido disposto a iniciar negociações para libertar Mandela, e acabar com o apartheid.
Aí houve ampla divulgação de Mandela: sua libertação, sua eleição para presidente da África do Sul colocando fim ao apartheid, o Nobel da Paz que ele ganhou juntamente com o último presidente do apartheid, Frederik de Klerk.
Mandela viveu 95 anos. Passou 27 preso. Governou a África d Sul por 5 anos.


30/12/2013.


domingo, 29 de dezembro de 2013

Diário - cinema - Thor 2, O Mundo Sombrio



Diário - cinema - Thor 2, O Mundo Sombrio


"Thor, O Mundo Sombrio" é mais um filme com heróis da Marvel. No caso, o segundo filme filme recente com "o deus do trovão".
Curiosamente, me pareceu que este filme ficou melhor que o primeiro, por conta da dubiedade em torno de Loki, o irmão de criação de Thor, sequioso por poder. No caso Thor precisa se aliar a Loki (e confiar nele) para derrotar uma raça que quer destruir o universo como nós o conhecemos.
Por conta de Loki, o filme se torna bem interessante.
Vale mais a pipoca que o primeiro filme da série.


16/12/2013.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Natal de 2013

Parece que este ano as revistas de curiosidades histórico-científicas nos pouparam de relembrar os problemas com o "Jesus histórico", que afinal estaria na origem das atuais celebrações de Natal. Aquelas lembranças do tipo "Jesus não nasceu em 25 de dezembro" e outros que tais.
Além de não ter nascido em 25 de dezembro, alguns declaram que seria improvável que ele tivesse nascido em Belém. Claro, no limite, alguns pesquisadores declaram que Jesus nunca existiu. 
Hoje em dia, o Natal parece muito mais a celebração da remotíssima lembrança de São Nicolau, e que está na base de nossa representação de Papai Noel. 
Claro que São Nicolau só se tornou símbolo de generosidade porque era um bispo católico que distribuía presentes. Ou seja, provavelmente era um cristão devoto. 
Bom, todo esse nhém, nhém, nhém, é apenas para desejar Feliz Natal aos leitores de deste blogue. Que a paz e o amor de Jesus, conforme descrito no Novo Testamento, possa estar com vocês.


24/12/2013.

Diário - cinema - Jogos Vorazes, Em Chamas

Diário - cinema - Jogos Vorazes, Em Chamas

Lá se vão alguns dias desde que assisti ao filme "Jogos Vorazes - Em Chamas". O segundo filme de uma trilogia que deve se encerrar no ano que vem.
Que posso dizer desse filme? Digo que quem não assistiu ao primeiro filme, ou leu o primeiro volume do livro da série de livros em que se baseia a série de filmes, não deveria assistir a este filme.
Sem ter assistido o filme, me vi perdido ao ver esta sequência. 
O que significam "tributos"? Que tipo de ditadura repressora é esta retratada no filme?
O que dá para dizer é que o filme junta atores ótimos numa mistura que não funcionou muito bem isoladamente. Ficou me parecendo. Lá estão Philip Seymour Hoffmann, Donald Sutherland e Stanley Tucci desperdiçando seus talentos. 
E isso numa história que mistura nomes romanos da antiguidade (como "Plutarch"), com uma iconografia e arquitetura que lembram tanto o Antigo Império Romano, quanto a Alemanha Nazista, e uma repressão em cenas que lembram os filmes sobre o regime do apartheid na África do Sul. E há a crítica aos "realities shows". Afinal os tais "Jogos Vorazes", é como uma recriação de arenas de gladiadores da Roma Antiga, só que com muita tecnologia. E a carnificina dos Jogos Vorazes é transmitida pela televisão.
Ver o filme sozinho não me valeu a pena. 
Ver o primeiro filme provavelmente é fundamental para desfrutar desta sequência, que, inclusive, fica aguardando o desfechono próximo filme.


12/12/2013.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Um domingo de primavera

Um domingo de primavera



Depois de acordar tarde naquele domingo, João se levantou, se lavou, comeu e pensou em ir pegar sua mulher, cujo nome curiosamente era Joana, como o nome da mãe dela, que estava na casa de sua sogra.
Apesar de parecer, isso de Joana, na casa da sogra não é piada. Apenas aconteceu. E coube de encaixar nesse aforismos bobo, "casa da sogra", "casa da mãe Joana". Coincidências engraçadinhas, nada além disso.
Joana tinha ido ficar com sua mãe, por que ela não tinha se sentido bem na sexta-feira. Levou as crianças porque assim elas mudariam de ar um pouquinho.
A casa era confortável, três quartos, e fazia não muito tempo que o sogro tinha acabado de cumprir com suas obrigações com esta dimensão. Assim fazia alguns meses que dona Joana vinha tentando se acostumar à condição de viúva.
Talvez por isso não tivesse se sentido bem naquela semana.
Vera, a irmã mais nova de Joana estava viajando por aqueles dias, e não pôde acudir a mãe. Sobrou para a Joana filha.
João e Joana eram um casal relativamente feliz, tão feliz quanto consegue ser um casal de classe média baixa, ou, talvez, classe média média. Provavelmente mais classe média baixa que classe média média. João pensava consigo mesmo que se fossem classe média média formariam uma fammília de propaganda de margarina. Um pai, uma mãe, e um menino e uma menina como filhos. Não exatamente uma família de propaganda de margarina porque nas propagandas as famílias eram contratadas de modelos profissionais. Modelos profissionais tendem a ser mais bonitos e simpáticos que a gente costuma ser. Previdencialmente não batizaram as crianças com os mesmos nomes. Ela não tinha gostado quando na infância costumavam chamá-la de "Joaninha". Nem ele na infância gostava de ser chamado de "Joãozinho", embora ele não achasse ruim agora, quando em momentos mais íntimos ela o chamava dessa forma.
Dona Joana morava no Partenon. João e Joana moravam na Zona Norte, próximos da Assis Brasil, e não muito longe do Triângulo.
Tanto João, quanto Joana eram funcionários públicos. Tinham recebido reajustes recentemente, e, com as facilidades do crédito destes dias resolveram comprar um automóvel zero quilômetro. O primeiro zero quilômetro que puderam comprar desde que casaram. Um carro simples, desses que a imprensa especializada costuma chamar de "popular", mas que é mais popular pela falta de componentes e potência do motor que pelo preço. Como ela tinha rinite alérgica, resolveram economizar na compra e não colocaram ar condicionado no carro. Por segurança, o carro era segurado.
Depois de comer, no início da tarde, João tomou a iniciativa de ir pegar a mulher. Já havia telefonado e confirmado que dona Joana estava melhor.
O trajeto usual para ir da Zona Norte passava por Assis Brasil, João Wallig, Nilo Peçanha, Perimetral e Bento Gonçalves. Na maioria das vezes em que foram visitar a sogra, João dirigia por esse caminho. A Assis Brasil com seu turbilhão de trânsito, a arborizada João Wallig, a mais ou menos chique Nilo Peçanha, e a Perimetral com suas dezenas de sinaleiras. E havia a esquina da Perimetral com a Ipiranga. João sempre se impressionava com aquela esquina em que a Perimetral se "abria", se espalhava. Era como um grande largo, por conta dos desvios feitos ali. "Alças" que desviavam o tráfego para a Ipiranga ou para a própria Perimetral, visando racionalizar o tráfego. E daquele largo, João sempre achava que se tinha uma visão privilegiada do Morro da Polícia. Embora não tivesse certeza a respeito do nome correto daquele morro, João sempre se referia a ele como "Morro da Polícia". Alguns o chamam de "Morro da Embratel", pois ali ficava (fica ainda?) uma antena retransmissora da antiga estatal Empresa Brasileira de Telecomunicações, a Embratel. O morro dominava o horizonte ali.
Apesar da paisagem deslumbrante para João, havia um inconveniente na esquina da Perimetral com a Ipiranga. Sempre que ele parava naquela esquina, havia ou pedintes, ou vendedores de frutas ou flores, ou ambas as coisas. Ou ainda panfleteiros, mas normalmente João se incomodava menos com os panfleteiros.
A primavera de Porto Alegre alterna dias de calor veranil, com dias de temperatura amena, quase outonal. Naquele dia, João enfrentava um calor veranil. Com as janelas abertas, João suava no carrinho popular, enquanto se dirigia à casa de sua sogra. Em dias como esse costumava maldizer a rinite de sua mulher e a economia feita na compra do carro. Mas o que estava feito, estava feito, e pagavam com certa dificuldade a prestação do automóvel. Então era assim.
Naquele domingo, tendo pensado nos inconvenientes da esquina da Perimetral com a Ipiranga, João resolveu fazer um caminho alternativo. Em vez de pegar a Perimetral, seguiu pela Nilo até a Ijuí. Entrou por esta e a subiu em direção à Protásio Alves. Atravessou a Protásio Alves e começou a descer a Barão do Amazonas. Chegaria na Bento Gonçalves de qualquer maneira.
Mas a esquina da Ipiranga não deixaria de lhe trazer inconvenientes. Quando chegou ali pela Barão da Amazonas, encontrou um mendigo. Pedindo dinheiro como muitas vezes fazem os mendigos.
- Um trocado aí, tio! Olha só tô com uma ferida na perna, e não tenho dinheiro prá comprá remédio.
João logo tratou de pegar algumas moedas que tinha no bolso.
- Tá aqui. Não. Não precisa me mostrar a tua ferida. Eu acredito em ti...
O mendigo insistiu em mostrar uma perna com ferimentos entre carne viva e infecção superficial. João pensou se algum dia deixaria de encontrar gente como aquele mendigo pedindo dinheiro nas sinaleiras de Porto Alegre. Miserável, maltrapilho, e precisando de cuidados médicos. E cheirando mal. Mas como poderia o mendigo cuidar de higiene pessoal se morava na rua?
A sinaleira abriu. O mendigo e seu mau cheiro ficaram para trás. O calor continuou.
*******
Afinal cheguei à casa de minha sogra. A velha de fato já estava melhor.
- Uma bobagenzinha à toa. - Disse ela a respeito de seu mal estar durante a semana.
Talvez a simples presença da filha e dos netos tivesse o dom da cura.
Depois de algum tempo, nos preparamos para partir.
Como estávamos com as crianças, em lugar de ir para casa, resolvemos ir a um shopping na zona sul da cidade. Já estávamos na metade do caminho mesmo. Além disso, as crianças vez por outra perguntavam quando iríamos àquele shopping de novo. As crianças o acham tão legal! Eu costumo achar shoppings tão tediosos! Mas, enfim, como diz a propaganda de analgésico, "não basta ser pai, tem que participar". Se as crianças queriam ir ao shopping, se a mulher consentia de ir ao shopping, quem seria eu para discordar sozinho? Vamos lá.
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Hora de retormar a Perimetral. Não em direção ao lar, mas no sentido oposto, para o shopping. Aparício Borges, Teresópolis, Nonoai, Campos Velho...
Tudo estava mais ou menos tranquilo então. Porto Alegre passou a ter tantos carros circulando, que mesmo aos domingos havia muitos deles na Perimetral. Que naquele trecho parecia demasiado estreita, com suas duas faixas de rolamento em cada sentido. Um pouco mais devagar do que o desejado. O passeio familiar continuava.
Iam descendo a Campos Velho em direção à Icaraí, ao shopping, que já estava próximo. Eles eram praticamente os últimos daquele pequeno fluxo de carros que descia da Nonoai em direção à Icaraí. Justamente na esquina da Icaraí, a luz da sinaleira passou para amarela. Os carros da frente decidiram acelerar. João decidiu parar.
Parou. O carro deles por alguns segundos foi praticamente o único naquela esquina, a aguardar o sinal abrir novamente.
João não deu muita bola quando um vendedor de flores se aproximou com um ramalhete na mão. Achava que era inescapável ser importunado por pedintes ou vendedores nas esquinas movimentadas do trânsito de Porto Alegre.
Acontece que aquela importunidade era diferente. O ramalhete escondia um revólver.
- Desce aí, malandro. Eu sou quero o carro. Desce! Desce! A senhora também, madame! - O homem gritou.
João teve uma reação reflexiva. Tentou arrancar com o carro.
O homem disparou duas vezes. Uma das balas travou na coluna do automóvel. A outra na cabeça de João. Joana gritou! As crianças começaram a tremer e chorar.
O carro ainda avançou até o canteiro central da Icaraí. João caído por cima do volante.
O "vendedor de flores" correu em direção à Wenceslau Escobar.
A Brigada foi chamada mas não encontrou o assassino. O SAMU foi chamado mas nada pôde ser feito.
Aquele quente domingo de primavera acabara mal. Muito mal.


18, 19/10/2012.




quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Leituras na Piauí - Novembro de 2013 - Álvaro, de Fernanda Torres

Leituras na Piauí - Novembro de 2013 - Álvaro, de Fernanda Torres



A edição de novembro de 2013 da revista Piauí trouxe um conto de Fernanda Torres, "Álvaro".
É um conto em que um homem idoso rememora aleatoriamente partes de sua vida enquanto vai e volta ao consultório médico, para uma daquelas consultas de rotina que vão ficando mais e mais frequentes conforme os anos vão se passando.
É um bom conto, e demonstra, outra vez como Fernanda Torres, além de boa atriz é também boa escritora (ela já havia publicado um texto memorialístico na mesma revista antes).
E me parece que esse conto foi o que deu origem a um romance recém lançado por ela. Tomara que no romance ela mantenha o pique deste conto.


18/11/2013.

Passa dia, passa dia

Você pisca, e quando vê, se passaram 15 dias sem que o blogue fosse atualizado...

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sarah Brightman em Porto Alegre - Dreamchaser World Tour - Teatro do SESI

Sarah Brightman em Porto Alegre - Dreamchaser World Tour - Teatro do SESI



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A cantora Sarah Brightman esteve em Porto Alegre domingo, dia 24 de novembro de 2013, em mais um passo de seu “Dreamchaser World Tour”.
Em cerca de duas horas de show, a plateia pode acompanhar as interpretações da soprano inglesa, começando por “Angel”, canção de seu mais recente álbum.
Durante a segunda canção, houve um contratempo com o sistema de som do teatro. O tempo para os reparos durou cerca de vinte minutos, após os quais a diva retornou ao palco.
Como foi dito, o show durou cerca de duas horas, com dois atos e um intervalo entre eles, mais o “bis”.
Destaques entre as canções, “Hijo de la Luna”, “It’s a Beautiful Day”, “Ave Maria”, “Figlio Perduto”, “Scaborough Fair” e “The Phantom of the Opera”.
O cantor Erkan Aki fez parceria com Sarah nos músicas “Canto della Terra” e “The Phahtom of the Opera”.
Poucos músicos aompanham Sarah Brightman. Assim, não havia uma orquestra, mas um pequeno grupo de músicos com teclados e sintetizadores. Isso não tirou o brilho da apresentação, mas certamente uma orquestra tornaria o espetáculo ainda mais grandioso. A apresentação contou ainda com duas bailarinas.
O Teatro do SESI não estava lotado, mas o público presente estava bastante empolgado com o show. Ao final de cada ato, e ao final do show, a cantora foi aplaudida em pé.



01/12/2013.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Hoje morreu a gatinha de estimação de minha irmã

Hoje morreu a gatinha de estimação de minha irmã


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A gatinha se chamava Tintim, ou Tim-Tim. Na verdade a grafia nunca foi importante. E como os gatos são altivos, dificilmente ela atendia quando chamada por esse nome.
Era uma gata carinhosa, que quando eu ou meu filho aparecíamos por lá, ela também aparecia, e se alojava no meu colo, ou no colo de meu filho.
Tinha marcas nos olhos que pareciam uma maquiagem egípcia.
De uns tempos para cá, a gatinha desenvolveu tumores. Passou por uma cirurgia com uma veterinária, mas os tumores voltaram. E por fim a enfraqueceram, a ponto dela ter dificuldades para beber, para se alimentar, e mesmo para se manter em pé. Se foi hoje, com pouco mais de 10 anos.
Perder um bichinho de estimação é sempre deprimente. Neste caso, mais para a minha irmã, que para mim.
Mas também estou chateado.



02/12/2013.