quarta-feira, 30 de março de 2016

Sobre chapéus



Sobre chapéus




Há os mais diversos tipos.de chapéus .

Eu comecei a me interessar por chapéus quando me faltou cabelo sobre a cabeça, e o sol passou a me queimar direto no coco. Era preciso cobrir a cabeça.

Li em algum lugar que até a década de 1960 era comum que os homens usassem chapéus, como parte de sua indumentária. E que possivelmente John F. Kennedy tenha sido o grande influenciador do abandono da cobertura da cabeça. Informação não muito científica, como é possível perceber.

Os chapéus estão ligados a muitas profissões.

Por exemplo, na construção civil se tornou obrigatório usar aqueles capacetes, como meio de proteção contra acidentes de trabalho. E, sim, eu acho que um capacete é um tipo de chapéu.

Os militares têm chapéus para as mais diversas ocasiões. E eles devem ser vestidos (ou usados). Lembro de uma vez que eu trabalhava numa empresa de carpintaria, e havíamos vendido um serviço para um batalhão do exército. Um caminhão foi usado para buscar o material. Eu estava na cabine junto com o motorista, um soldado, e um tenente. E não é que o tenente quase mandou parar o caminhão por conta de outro soldado fardado, caminhando na rua, uniformizado, mas sem a cobertura, no caso, uma boina?

Chapéu em espanhol é sombrero. Qualquer chapéu é sombrero, mas, por conta dos desenhos animados do Ligeirinho, associei a palavra sombrero àqueles chapéus característicos do México, que parece que fazem mesmo uma sombra imensa, por isso "sombreros". Mas não, o sombrero mexicano é apenas um tipo de sombrero, isto é, chapéu.

Algumas pessoas ficaram associadas aos chapéus que usam ou usavam.

O político Paulo Brossard, por exemplo, era constantemente visto usando chapéu panamá.

O cantor Milton Nascimento costumava usar um boné. Por um tempo foi uma companhia constante. Mas uma vez vi uma entrevista dele, dizendo que largou o boné, no momento em que viu um anúncio para um show dele, que era ilustrado apenas pelo tal boné. Para ele, não era possível que um boné o substituísse.

Talvez o escritor Rubem Penz esteja se aproximando de um dilema assim. Pensei nisso quando vi o chapéu com o qual costumo vê-lo, ilustrando a capa do volume seis das Crônicas de Botequim, um livro resultante de suas oficinas de crônicas, ministrado em um bar na José do Patrocínio.

O senhor não acha excessivo que um chapéu o substitua, "seu" Rubem?



18/10/2015, 19/12/2015, 30/30/2016. Por José Elesbán Rodrigues. 

domingo, 27 de março de 2016

Diário - cinema - Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, o Filme


Diário - cinema - Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, o Filme



Houve um tempo em que crianças moravam em casas, e brincavam juntas na rua. E isso vale tanto para os Estados Unidos, quanto para o Brasil. Provavelmente isso ainda acontece, mas cada vez mais temos crianças morando em apartamentos e brincando nos playgrounds, dos condomínios. Houve ainda um tempo em que crianças não portavam telefones celulares. Bem isso não é tão antigo assim. A ubiquidade dos celulares é coisa de uns quinze anos.


Bom tudo isso para dizer que fui assistir à nova animação com os personagens criados por Charles Schulz (26/11/1922 - 12/02/2000), "Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, o Filme" ("The Peanuts Movie", Estados Unidos, 2015). O filme foi lançado por aqui no final de 2015, e eu fui assistir no início de 2016.


A animação não tem nada demais, me pareceu como um "pot-pourri" de episódios que meu filho assistia no início dos anos 1990, no SBT. É sua fraqueza e sua força.


Para mim, que tenho uma ligação emocional com aquelas animações, esta nova animação foi como uma relembrança, como uma volta no tempo, em que meu filho era criança e se divertia vendo aqueles desenhos animados, e eu me divertia junto. E havia o interminável toque de piano que era a trilha sonora da série, que vim a descobrir se chama muito propriamente "Linus and Lucy". Quando se trata dos "Peanuts", essa música não sai da minha cabeça.


De quebra, é possível se divertir com a nova animação, ver de novo a baixa autoestima do Charlie Browm, sua paixão platônica pela menina de cabelos vermelhos, suas tentativas de se superar. Se divertir também com as estripulias do cachorro Snoopy e sua fértil imaginação. Enfim, para quem goste, é um prato cheio.


Gostaria de agradecer ao Retrô TV pelas valiosas informações sobre as animações dos Peanuts. Quem quiser saber mais, vale consultar lá.


Por fim, lendo para este texto, vi que Charlie Schulz nasceu em Minneapolis, Minnesota, no norte dos Estados Unidos. Isso pode explicar porque há tanta neve nas animações do Snoopy e sua turma.


Para mim gerou lembranças felizes e foi diversão garantida.







19/02/2016.

terça-feira, 15 de março de 2016

Diário - leituras - Um Guia para Autores

Diário - leituras - Um Guia para Autores



Li recentemente o livro "Um Guia para Autores" de Paulo Tedesco. É de fato um livro para quem pretenda publicar um livro e conheça nada ou muito pouco a respeito da publicação de livros.


Não é um livro que diga o que ou como você deve escrever. Este livro serve para ajudar quem já terminou de escrever um livro e gostaria de publicá-lo. Como fazer?


É uma leitura rápida e instrutiva. Eu li de uma sentada, por assim dizer.


Meu único problema com o livro é a formatação, com algumas páginas em fundo preto, com tipos brancos. Ruim de ler com pouca luz (se bem que não se deve mesmo ler com pouca luz, mas, enfim...).


Leitura interessante para autores em busca de publicação.


TEDESCO, Paulo. Um Guia para Autores. Porto Alegre: Buqui, 2015.


18/01/2016.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Diário - leituras - Um Cara Bacana na 19ª


Diário - leituras - Um Cara Bacana na 19ª


Por conta das festividades de fim de ano, adquiri um livro de crônicas, para uma espécie de troca de amigo secreto, numa oficina de criação de crônicas. A ideia era que cada um dos participantes trouxesse um livro de crônicas para ser presenteada. Os livros deveriam ser adquiridos em sebos, isto é, livrarias de livros usados. Tudo a ver com aspirantes a cronistas.


Adquiri mais de um livro. E me propus dar um livro de Aldir Blanc, "Um Cara Bacana na 19ª".


Aldir Blanc é músico, cantor e compositor. É famoso por sua parceria com João Bosco, em "O Bêbado e a Equilibrista", entre outras canções. Agora descubro que ele é escritor também.


Antes de entregar, li o tal livro. É composto de umas quantas crônicas, diversas letras de música, alguns poemas, e alguns contos fechando o livro.


As crônicas de Aldir Blanc realmente fazem justiça à origem - crônica, cronos, tempo. De repente é como se voltássemos para o ano de 1996, onde ele lembra recorrentemente o escândalo do Banco Nacional, que quebrou, por conta de falsificações na contabilidade, e foi incorporado pelo Unibanco naqueles anos. Ele lembra em mais de uma crônica, o contador do Nacional, Clarimundo, e os membros da família Pinto, controladora do banco quebrado.


Talvez Aldir Blanc possa ser acusado de machista por suas crônicas. Mas acho que não. São apenas as reflexões de um homem, publicado numa década, a de 1990, onde havia menos atenção a potenciais machismos e misoginias.


Foi interessante ver esse outro aspecto do artista.


BLANC, Aldir. Um Cara Bacana na 19ª. Rio de Janeiro: Record, 1996.


13/12/2015.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Diário - filmes antigos - Feitiço do Tempo (ou "O Dia da Marmota")


Diário - filmes antigos - Feitiço do Tempo (ou "O Dia da Marmota")


"Feitiço do Tempo" ("The Groundhog Day", Estados Unidos, 1993) é daqueles filmes que todo mundo ouve falar, mas nem todo mundo viu. Eu havia sido um dos que nunca havia visto o filme.


Este filme, estrelado por Bill Murray (Phil) e Andie MacDowell (Rita) conta a história de um apresentador de telejornal regional mal humorado que vai cobrir o Dia da Marmota (o "Groundhog Day" do título) na cidadezinha de Punxsutawney, na Pensilvânia, celebrado em 2 de fevereiro (que é feriado de Navegantes em Porto Alegre). Diz a lenda que se a marmota ver a sua própria sombra nesse dia, o inverno será mais longo, se não, a primavera chegará antes.


Acontece que Phil fica preso num "looping" temporal, e durante diversos dias, acorda sempre nesse mesmo Dia da Marmota, que ele tem que viver de novo, e de novo. Primeiro ele tenta se aproveitar da estranha circunstância, depois começa a se desesperar, e, por fim, tenta se adaptar da melhor maneira ao fenômeno.


O filme não explica porque o fenômeno ocorreu, nem cabe descrever aqui como a coisa termina.


Foi dirigido pelo saudoso Harold Ramis (que faz uma ponta, como um médico que atende Phil), de maneira que não cansa o espectador, com a contínua repetição do dia. Sempre há algo a explorar.


É um filme que após vinte anos, ainda diverte, com boa atuação de Bill Murray.


19/02/2016.

domingo, 6 de março de 2016

Diário - leituras - Conversa na Catedral


Diário - leituras - Conversa na Catedral


LLOSA, Mário Vargas. Conversa na Catedral. São Paulo: Círculo do Livro, s.d.


"Da porta de La Crónica Santiago olha a Avenida Tacna sem amor: automóveis, edifícios irregulares e desbotados, esqueletos de anúncios luminosos flutuando na neblina, o meio-dia cinzento. Em que momento o Peru tinha se fodido?"


Início do livro, e utilizado como "epígrafe" da obra.


Valeu a pena ter seguido a dica de Leonardo Padura, que disse que sempre que ia iniciar a escrever um romance, relia a abertura do livro "Conversa na Catedral", de Mario Vargas Llosa.


E o que há no livro? Um amplo retrato do Peru em meados dos anos 1940 e 1950. E, para quem olhar melhor, até um espelho das realidades brasileiras, no país vizinho.


É uma obra bem interessante, que, após esse início mostra que Santiago Zavala encontra Ambrosio, um mulato, antigo empregado do pai de Santiago, que era um grande empresário da oligarquia peruana daqueles anos. Eles vão ao bar Catedral, e lá começam a beber cerveja, e relembrar momentos das vidas deles. E é daí que vemos o retrato que Llosa faz do Peru daquele tempo, e se pergunta como o Peru, e o próprio Santiago Zavala se deram mal (ou "se fuderam" como diz o livro).


Santiago é um filho da burguesia peruana. Filho mais velho de um empreiteiro, que é uma liderança das classes altas do país.


As recordações começam com Santiago entrando para a universidade e sua militância na política estudantil. Seu desejo por uma das colegas de faculdade e da militância. Santiago se torna idealista, e inclusive em algum momento se declara comunista. Apesar de filho de um dos líderes da burguesia peruana.


A história de Santiago se mistura com a de Ambrósio, mulato, pobre, vindo do interior para Lima, se agregando a milícias que ajudam a polícia a perseguir a oposição popular-populista (isto é, da APRA. Ver abaixo).


Fala da militância do APRA (Aliança Popular Revolucionária Americana), um partido popular, que queria acabar com a desigualdade do país, sem ser comunista, mas que mesmo assim, no quadro da guerra fria, fomentou ódio das classes superiores peruanas, a ponto do partido ter sido colocado na clandestinidade em muitos momentos da história do país.


Retrata o golpe, e a ditadura de Odría (1948-1956), sendo um dos personagens principais do livro, Cayo Bermudez, chefe de polícia e depois ministro de estado de Odría, personagem calcado no ministro real que dirigiu a repressão à oposição naqueles anos.


Vargas Llosa pintou um quadro tal do Peru, que me fez pesquisar alguma coisa da história do país.


Notável foi constatar paralelos na história do Peru com a história do Brasil. O estado à sombra de empreiteiros, ou empreiteiros à sombra do estado. A burguesia conspirando contra partidos populares (a APRA no Peru, o antigo PTB [Partido Trabalhista Brasileiro] aqui). O desprezo da burguesia pelos subalternos bem retratado quando Santiago apresenta sua esposa à família dele. O racismo generalizado mas sutil.


E a estrutura é rica. Os capítulos não se sucedem em ordem cronológica, mas um capítulo vai esclarecendo o outro. Sendo que no meio da narrativa sobre o que está acontecendo sempre ouvimos as palavras de Santiago ou de Ambrósio, lembrando-nos que o que está sendo contado é a reprodução de uma longa conversa regada a cerveja barata num bar de Lima.


Uma obra-prima. Eu já havia lido “A Festa do Bode”, do mesmo Vargas Llosa, que é bom, mas “Conversa na Catedral” é bem melhor.  Valeu a pena seguir a dica de Padura.


08/10/2015.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Indo Assistir o Super Bowl 50 no Cinema


Indo Assistir o Super Bowl 50 no Cinema



Pois em 9 de fevereiro de 2016, domingo de Carnaval, fui novamente assistir ao Super Bowl, a grande final do futebol americano, no cinema.


Já expliquei boa parte da mecânica do jogo quando comentei aqui, a partida do "XLIX SuperBowl", entre Seattle Seahawks e New England Patriots, vencida por esse último.


Assistir ao Super Bowl 50, realizado em San Francisco, na Califórnia, não deveria ser uma experiência muito diferente. Com a vantagem que, como eu não torcia para nenhum dos times em campo, nem desgostava de nenhum deles.


Iriam decidir o Super Bowl 50 o "Carolina Panthers", campeão da NFC, e o "Denver Broncos", campeão da AFC.


Novamente a narração nos cinemas ficaria a cargo do pândego Rômulo Mendonça, com os comentários do especialista Paulo Mancha.


Como eu disse no outro texto, é uma experiência de cerca de três horas, ou mais, por conta dos constantes travamentos do cronômetro, nas diversas circunstâncias em que isso acontece no jogo.


Tendo acompanhando o campeonato, que normalmente dura de setembro a janeiro, eu achava que o Caroline Panthers era levemente favorito. Tinha o melhor ataque, e na final da NFC havia vencido o Seattle Seahawk por 31 a 24, sendo que esse placar não diz a realidade do jogo, em que o Carolina saiu amassando o Seattle, e depois relaxou, permitindo a recuperação do time da costa oeste.


Já o Denver Broncos chegou ao Super Bowl como a melhor defesa do campeonato. Defesa essa que havia sido fundamental para que o time vencesse o New England Patriots por 20 a 18 na final da AFC, tendo o Patriots chegado a essa final com muitos jogadores lesionados.


Já o que ocorreu em campo, foi diferente da minha expectativa. No jogo da melhor defesa, contra o melhor ataque, a melhor defesa levou a melhor, e os Broncos venceram por 24 a 10, com dois "touch downs" provocados pela defesa dos Broncos. Na hora fatal, o melhor ataque falhou clamorosamente.


Jogos de defesa são duros de ver, e não raro são monótonos e sem emoção. Quase foi o caso aqui, mas a emoção se deu mesmo pelo fato da defesa dos Broncos conseguir os tais dois "touch downs".


O show do intervalo foi do Coldplay, com participação de Bruno Mars e Beyoncé.


Os fatos negativos para mim: um rapaz que resolveu vestir a camisa do Broncos, gritando como se estivesse num estádio, e inclusive manifestando um ódio anti-patriots. Deve ser coisa de algum torcedor da dupla grenal que resolveu aplicar o sentimento anti-Inter ou anti-Grêmio ao futebol da bola oval bicuda. O outro fato foi um outro imbecil chamar Beyoncé de gorda, gritando para toda a audiência do cinema. Deu vontade de dizer que gorda era a mãe dele. Mas eu não conhecia a mãe dele.


Enfim, parece que pelo menos dois indivíduos vieram para o cinema com o espírito de corja dos estádios para a sala de cinema. Estragaram o meu prazer de ver o jogo.


Acho que verei as próximas edições do Super Bowl em casa.

21/02/2016.

Golpe, versão 2016

Então parece que estão conseguindo fazer com Lula o que fizeram com Getulio e Jango.

Reproduzindo o que coloquei no Twitter agora hà pouco.

quinta-feira, 3 de março de 2016

O Difícil Desapego de um Velho Automóvel (II)


O Difícil Desapego de um Velho Automóvel (II)


Depois de que liguei para a autoridade de trânsito de Porto Alegre, me foi informado que essa autoridade tomaria as devidas providências. Consistiam, supostamente, em constatar o estado de abandono do carro, notificar o proprietário (eu) para providenciar a retirada em determinado prazo, e, se o proprietário não retirasse o veiculo, o carro seria removido. O proprietário pagaria multa e custos do guinchamento.


Os dias passaram, passaram e passaram. Nunca recebi notificação.


Um belo dia, minha esposa também resolveu vender o carrinho dela, um VW Sedan 1981, o popular fusca, por um preço muito abaixo do de mercado. A negociação ocorreu em um lava a jato próximo aqui de casa. No meio da conversa, ela informou o pessoal desse serviço que a Variant estava aguardando remoção pela nossa prefeitura.


Uma das pessoas ali comentou, que, se o carrinho seria entregue à prefeitura, poderíamos entregar para ele. Então tá. Ele forneceu um telefone para contato.


Dias depois, telefonei para confirmar o interesse. Ele continuava interessado.


Marcamos de nos encontrar num dos cartórios de notas, da Siqueira Campos. O encontrei em um intervalo do almoço.


Por um valor simbólico, a documentação da Variant II 1978 foi passada para esse rapaz. Todo o custo foi meu. Mas, daquele momento em diante, o carrinho já não era um problema meu.


Quando cheguei em casa, no final daquele dia, o carrinho ainda estava lá, mas o proprietário era outro. No dia seguinte, a mesma coisa. Ao terceiro dia, o carrinho continuava parado na rua em que moro. E assim foi por umas duas semanas.


Até que um dia, meu filho comentou que alguém andou mexendo na Variant. No dia seguinte ao do comentário do meu filho, ele informou que outra vez estiveram mexendo na Variant, e, no final, ela foi levada embora. Andando, não guinchada.


Espero que quem a adquiriu, esteja desfrutando dela.


21/02/2016.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Diário - cinema - Deadpool


Diário - cinema - Deadpool


"Deadpool" ("Deadpool", Estados Unidos, 2016) é mais um filme de ação, e certo humor, baseado em personagens da Marvel.


O filme quer ser engraçadinho, a começar pelos créditos. Para isso faz uso intenso de comunicação com espectador, e usa de metalinguagem ao se referir a outros filmes, atores e personagens.


Nesses filmes o que menos importa é a história, mas vamos lá. Ex-militar e mercenário Wade Wilson (Ryan Reynolds) vive intensa relação com sua namorada, Vanessa (Morena Baccarin), uma stripper; até o momento em que desmaia, e é diagnosticado com câncer. Para tentar se salvar, se submete a um tratamento experimental, que pode lhe dar superpoderes, providenciado por Francis / Ajax (Ed Skrein). Durante esse tratamento experimental, ele descobre que Ajax transforma suas cobaias em supersoldados escravos que são vendidos para milícias mercenárias ao redor do mundo. Wade tenta fugir e acaba por destruir as instalações. Depois Ajax sequestra Vanessa, e Wade vai atrás dele com a ajuda de Colossus (Stefan Kapicic - mas se trata de um personagem gerado apenas por computação gráfica) e Negasonic Teenage Warhead (Brianna Hildebrand), estes dois últimos da equipe dos X-Men.


Também pode ser descrito como o filme que transforma o galã Ryan Reynolds, num homem muito feio. Vale lembrar que o filme Lanterna Verde pode ser mais lembrado pelo casal bonitinho que o estrelava, Reynolds e Blake Lively, que por qualquer história.


Enfim, quem gosta desse tipo de filme há de se divertir e rir das piadas. Alguém definiu como "'Tartarugas Ninjas' (o filme de 1990) para adultos". Isso aí.



19/02/2016.