quinta-feira, 30 de junho de 2016

Diário - cinema - Warcraft, O Primeiro Encontro de Dois Mundos


Diário - cinema - Warcraft, O Primeiro Encontro de Dois Mundos


Estive assistindo o filme "Warcraft, O Primeiro Encontro de Dois Mundos" (“Warcraft”, Estados Unidos, 2016), filme (e suponho série de filmes), baseado no jogo (videogame) Warcraft.


Como o nome em português faz questão de explicar, este filme traz o início do encontro entre orcs e humanos.


No caso, o mundo dos orcs está em decadência, e eles precisam de um novo lugar onde possam viver. Um orc mago, chamado Gul'dan, através de uma magia maligna, "fel", abre caminho para o mundo dos humanos, Azerot, através do portal negro. Este portal é aberto com a energia sugada das vidas dos prisioneiros dos orcs.


Os humanos de Azerot precisam conter a invasão dos orcs e parar com o dano que eles estão causando.


O filme é razoável, mas tem que enfileirar tanta coisa nas suas pouco mais de duas horas, que faz o espectador perder um pouco da empatia. Há várias situações dramáticas, que ensejariam um ritmo um pouco mais lento, mas o filme não se dá a esse luxo.


Talvez seja melhor esperar sair em vídeo, ou sob demanda. Talvez melhor ainda seja esperar as sequencias e fazer uma maratona em casa. É um filme feito a partir de um jogo, mas pode ser visto por quem não conhece o jogo.

21/06/2016.

Crônica de um domingo de impeachment


Crônica de um domingo de impeachment


No domingo do impeachment, dia 17 de abril de 2016, eu levantei tarde, comi algo e saí de casa para acompanhar a votação da Câmara dos Deputados na Praça da Matriz, no Centro da cidade, onde estava o público legalista, dito pró-governo (o público golpista, dito pró-impeachment estaria reunido no Parcão, reduto da alta classe média porto alegrense).


Ficar em casa não era uma boa opção por conta de um bom número de vizinhos reacionários, batedores de panelas, indignados com a corrupção do PT (mas aparentemente não com a corrupção do PMDB, PP, PSDB, PTB, DEM ou SD, por exemplo).


Este mês de abril tem feito um calor atípico. Então era um dia de outono que parecia verão.


Como eu disse, saí de casa, e peguei uma lotação. A lotação me deixou na Praça do Dom Feliciano. Dali, pela Avenida Duque de Caxias, é uma caminhada de uns 500 metros até a Praça Marechal Deodoro, popularmente chamada de Praça da Matriz. A Praça da Matriz é o coração político do Rio Grande do Sul, tendo ao seu redor o Palácio Piratini, sede do executivo estadual, o Palácio Farroupilha, sede da Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça, e, de quebra, a Catedral Metropolitana católica.


Ali foi instalado o Acampamento da Legalidade na semana anterior, como uma tentativa de resistência à tentativa de impedir a atual presidenta Dilma Rousseff, reeleita em 2014. O acampamento foi instalado por membros do MST e da CUT, e contou com a participação de diversos ativistas e simpatizantes.


Quando lá cheguei, havia um caminhão de som, com show musical, em frente à Catedral.


Já do outro lado da Praça, em frente ao Teatro São Pedro e ao prédio do Tribunal de Justiça, estavam dois telões com um palanque entre eles. Eram cerca de três e meia da tarde. Naquele momento os líderes partidários discursavam. A votação só iria começar por volta das cinco.


A escadaria que fica junto ao Monumento a Julio de Castilhos, servia como uma arquibancada, de onde o público podia assistir aos telões. O sol do outono fazia com que o consumo de bebidas, alcóolicas ou não, fosse grande.


De maneira geral, as pessoas ficavam em rodinhas de amigos, aguardando o momento da votação.


Que afinal começou depois das cinco, sob o comando do inefável deputado Eduardo Cunha, réu em dez processos no STF.


A expectativa era que o governo pudesse barrar o impeachment no plenário, por um placar apertado. A votação pelo impeachment precisaria de 342 votos, para que o processo de impeachment pudesse continuar.


Iniciada a votação, pelos parlamentares do Rio Grande do Sul, começou o show de horrores.


A bancada do PP do RS, toda ela citada na Operação Lava Jato, votou toda pelo impeachment. O deputado Giovani Cherini, do PDT de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, votou pelo impeachment. E isso foi um prenúncio de como seria a votação.


Por volta de onze e meia o prosseguimento do impeachment estava definido.


Deixei a praça para voltar para casa.


No caminho, Rua Duque de Caxias, havia alguns batedores de panela. Coitados. Devem estar passando fome. Devem estar felizes que o governo que lhes faz passar fome foi golpeado.



19, 21/04/2016, 28/06/2016.

Caçapava (1954-2016)


Caçapava (1954-2016)


Faz algum tempo, quatro anos de fato, que escrevi aqui sobre o Hospital Independência, lembrando como, na metade dos anos 1970, jogadores do S. C. internacional vinham ali para terem seus meniscos operados. Falei em Carpeggiani, Cláudio Duarte e Caçapava. E falei ali que, Carpeggiani e Cláudio Duarte tinham se tornado técnicos de futebol, e Caçapava havia saído do meu radar. Isto é, eu não soube mais nada sobre ele.


Uma pesquisa na Wikipédia informa que depois de jogar pelo Inter, de 1974 a 1978, ele se transferiu para o Corinthians, em 1979. Jogou ainda por Palmeiras, Vila Nova de Goiás, Ceará, Novo Hamburgo, e Fortaleza. Se aposentou do futebol profissional em 1987.


Como eu disse, ele namorou e se casou com uma menina da Vila Cefer. Casaram e tiveram dois filhos. Como tantas histórias de amor, terminou em divórcio.


Ultimamente voltou a morar em Caçapava do Sul, sua cidade de origem, e que lhe deu o apelido pelo qual ficou conhecido. Ultimamente participava de eventos ligados ao Internacional.


Pois ontem o jornal Correio do Povo informou que Caçapava faleceu, por conta de um infarto fulminante. O ex-jogador do Inter tinha 61 anos. Luis Carlos Melo Lopes era seu nome. Que descanse em paz.


28/06/2016.

domingo, 26 de junho de 2016

Diário - cinema - Ponto Zero


Diário - cinema - Ponto Zero



"Ponto Zero" é um filme de José Pedro Goulart, sobre Ênio (Sandro Aliprandini), um adolescente hostilizado na escola, e que vive o conflito entre seu pai e sua mãe, cujo casamento vive uma crise.


Filmado em Porto Alegre, a película tem lugares facilmente reconhecidos por quem vive na cidade.


Parece que o diretor não quis ser óbvio ao contar sua história de um adolescente que precisa amadurecer para a vida, mas as opções tornam tudo bem complicado.


O quase total silêncio de Ênio podem querer mostrar a dificuldade de comunicação, a sua angústia. Mas acaba por ser também a dificuldade de entender o que o diretor quer dizer.


Outro problema: na Porto Alegre do século XXI, existem muitas famílias cuja mãe fica cuidando da casa, enquanto o pai é um provedor e, ao mesmo tempo, um cafajeste? Isso não soa meio anos 1960 (talvez 1950?)?


Há uma série de imagens que poderiam passar por poéticas, mas não creio que elas sustentem o filme. Dão um bom clipe, do qual o trailer é exemplar.


Esta é uma história sobre crescer, e buscar um sentido para sua vida. Não creio que o diretor tenha sido totalmente feliz a esse respeito.


Sobre buscas pessoais, por exemplo, achei "Dromedário no Asfalto" bem melhor.


Os comentários que li na mídia foram no sentido de apoiar o diretor. Na Folha de São Paulo, por exemplo, a crítica parece um "press realease" da assessoria de imprensa do filme. O Estado de São Paulo é um pouco mais comedido, mas também vai no sentido de apoiar as metáforas do filme. Comenta inclusive que uma adolescente teria dito a José Pedro que o filme havia sido feito para ela.


Já duas pessoas que sei que assistiram o filme acharam que ele ficou aquém do que poderia ter sido, ou do que elas esperavam.


Enfim, um filme que possivelmente vá dividir opiniões. Para mim foi regular, isto é, nem muito bom, nem muito ruim.



14/06/2016.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Diário - cinema - Capitão América: Guerra Civil

Diário - cinema - Capitão América: Guerra Civil


Mais um filme de super-heróis, o terceiro cujo protagonista é o Capitão América, o décimo do Universo Marvel, segundo a Wikipédia.


Que se pode dizer deste filme? Após uma análise dos, digamos, efeitos colaterais de suas batalhas, os Vingadores são alvo de uma resolução da ONU, no sentido de tentar regulamentar e controlar esses supersoldados. Isso gera uma cisão entre eles, o que, a princípio, vai gerar uma rebelião comandada pelo Capitão América. Está certo. Mas ainda é apenas uma justificativa para brigas, batalhas, perseguições e explosões.


Vale o que tem sido para esses filmes de super-heróis. Se você gosta, há de continuar gostando. Se não gosta, nem saia de casa.



14/06/2016.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Primeira Impressões do Outono de 2016


Primeira Impressões do Outono de 2016



Porto Alegre passou por uma situação que se tornou incomum nos últimos anos. Passamos diretamente de um verão de altas temperaturas para um inverno dos mais frios.


Não que já estejamos no inverno, na verdade estamos, agora, no final do outono. Mas desde de meados de abril temos enfrentados baixas temperaturas. Baixas para Porto Alegre claro, mas que parecem estar abaixo da média observada nos anos mais recentes. A maioria dos dias começa com a temperatura por volta de 10ºC e alcança máximas que raramente tem passado de 20ºC. Não chega a ser aquela temperatura rara em que nos perguntamos se alguém esqueceu a porta do freezer aberta, mas não permite que a gente sinta aquele calorzinho gostoso da metade do dia.


Além disso a cidade tem visto dias plenos de nuvens cinzas. A chuva não chega a incomodar, houve mal e mal algumas garoas. Mas o sol se tornou, estranhamente, uma figura rara. Escrevo no início de junho, e desde meados de abril, as nuvens parecem dominar o céu.


E do verão ao inverno são as doenças da estação. No verão tivemos alguns casos de dengue por aqui. É possível que tenhamos tido também casos de zika ou chikungunha. Mudou a estação e estamos tendo muitos casos de gripe H1N1, a antiga gripe suina. E infelizmente com diversos casos de óbitos. Talvez a situação não esteja caótica porque desde o início da década a população vem sendo vacinada. A vacinação pública abrange doentes crônicos, trabalhadores do setor de saúde, idosos, recém nascidos, puerperas, e indígenas. E muita gente que ficou de fora da vacinação pública procurou se vacinar por conta própria. Sabe como é, mais vale a vida que a grana que custa uma vacina.


Agora a meteorologia promete temperaturas abaixo de 10ºC para esta segunda semana de junho. O inverno deve iniciar oficialmente dia 20. Ele promete.

06/06/2016.


Atualização: Este final de semana passado, 11 e 12 de junho, e também nesta segunda, 13, tivemos mínimas na casa de 2 ou 3ºC, com sensação térmica de 0ºC, no início da manhã da segunda-feira.

13/06/2016.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Fruto de uma certa persistência do amor


Fruto de uma certa persistência do amor



O que vai aqui é algo da memória, e a memória pode nos trair. Reminiscências do que talvez meus pais tenham me contado. Posso estar enganado, posso estar mentindo, mas não é por mal, é apenas a situação em que me encontro. Órfão, já não posso perguntar a eles sobre como aconteceu, ou algum detalhe omitido.

Eu sou o caçula de dois irmãos. Temporão. Então muita coisa me é desconhecida.

Minha família é da cidade de Rio Grande, no sul do estado. Meus pais devem ter se conhecido no final da Segunda Guerra. E acredito que Rio Grande tenha sofrido blecautes na época da guerra, haja vista ser o único porto marítimo do estado. Não conheço as circunstâncias em que eles se conheceram, mas sei que se casaram no final de 1946, minha mãe com 21, e meu pai às vésperas de completar 30.

Foi uma relação em que ela aspirava a uma vida social, e ele queria comodidade. Explique-se: ele já tinha gastado seu tempo de boemia, e queria conforto. Ela queria superar sua vida de moça de família, queria sair e passear. O que aconteceu foi que a situação foi certamente mais cômoda e vantajosa para papai. Mamãe logo teve que se resignar a cuidar de minha irmã, que nasceria um ano após. Depois de algum tempo minha irmã se tornaria o motivo dos passeios de minha mãe.

Minha irmã nasceu, após um longo e sofrido trabalho de parto. Naquele tempo as mulheres normalmente tinham o auxílio de parteiras, mesmo nas maternidades. Como o bebê não nascia naturalmente, ela teve que sofrer uma cesariana, num tempo em que esse procedimento era raro e agressivo. A cesariana foi feita com um corte vertical de cima a baixo na barriga de minha mãe, que disse que havia sido anestesiada com máscara de clorofórmio.

A família viveu assim por cerca de 19 anos em Rio Grande. Meu pai era pedreiro, uma ocupação precária, mas que, bem ou mal, foi suficiente para sustentar a família. Minha mãe se virava com a aplicação de injeções na vizinhança quando isso era necessário. Ela usava uma seringa de vidro, que era esterilizada a cada aplicação. Eram tempos quase sem saúde pública, com acesso bastante restrito a médicos e enfermeiros para as famílias pobres.

Na metade da década de 1960, num país que crescia, e em busca de melhores perspectivas para minha irmã que atingia idade para entrar no mercado de trabalho, minha mãe decidiu mudar para a capital. Informou meu pai das intenções dela, e indicou a ele que ela viria para Porto Alegre, quer ele viesse junto, ou não.

Papai não se fez de rogado, e resolveu vir na frente. Em seguida vieram também minha mãe e minha irmã.

De alguma forma, a vinda para a capital acabou mexendo com meus velhos. Pouco mais de um ano após a migração da família para Porto Alegre, e cerca de 19 anos após o nascimento de minha irmã, minha mãe me deu à luz.


Acredito assim que, de alguma forma, eu sou fruto de uma certa persistência do amor.


07/06/2016. 


P.S. Esta crônica é parte da campanha de Rubem Penz, por mais amor na rede, próximo ao dia dos namorados.

A crônica original do Rubem: http://www.metrojornal.com.br/nacional/rubem-penz/escreva-com-a-hashtag-apersistenciadoamor-285469

#APersistênciaDoAmor

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Diário - cinema - Batman versus Superman, A Origem da Justiça


Diário - cinema - Batman versus Superman, A Origem da Justiça


Tendo passado mais de um mês desde que assisti "Batman versus Superman" (“Batman V Superman: Dawn of Justice”, Estados Unidos, 2016), boa parte das emoções suscitadas pelo filme já passaram.


Algumas das cenas remetem mesmo à "graphic novel" de Frank Miller, "O Cavaleiro das Trevas", dos anos 1980. Mas o roteiro aqui é outro.


Basicamente temos um Batman (Ben Affleck) um pouco mais velho, talvez cansado de lutar contra o crime, que vê o surgimento do Superman (Henry Cavill) como uma ameaça alienígena para a humanidade. São inseridas neste filme cenas da luta do Superman contra o General Zod em "O Homem de Aço" (2013).  


Por outro lado, o Superman também vê Batman como uma espécie de criminoso. Como di\em nos Estados Unidos, um “vigilante” que age à margem da lei.


Além disso, temos também Lex Luthor como um empresário, que também quer o fim do Superman, e para tanto, trata de obter kriptonita, para produzir uma arma que possa ferir mortalmente o Homem de Aço.


Alguém me reclamou que este filme narra pela enésima vez a forma como os pais de Bruce Wayne, isto é, Batman, acabam mortos em um assalto. Mas esse "flashback" faz sentido para o enredo deste filme.


Algo que se destacou foi o papel de Jesse Eisenberg, como Luthor. Diria que ele ficou excessivamente histriônico, alguns graus a mais que as atuações de Gene Hackmann na série de filmes do Superman, dos anos 1980.


É um filme com coadjuvantes de luxo. A começar pela Mulher Maravilha, Gal Gadot, belíssima. E forte no filme.


Tem também Laurence Fishburne, novamente como Perry white, o editor do jornal Planeta Diário, onde Clark Kent, isto é, o Superman, trabalha. E Jeremy Irons, como Alfred, o faz-tudo de Bruce Wayne (seria o mordomo e tutor, mas é bem mais que isso).


Enfim, um filme razoável. Mas talvez eu esteja ficando cansado de filmes de super-heróis.

20/05/2016.


P.S. Um mês para escrever o comentário, quinze dias para publicar, e assim vamos.

domingo, 5 de junho de 2016

Show de Frejat no Araújo Vianna - "O Amor é Quente"


Show de Frejat no Araújo Vianna - "O Amor é Quente"

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Esta quinta (07/04/2016) estive no Auditório Araújo Vianna para assistir ao show de Roberto Frejat.
O show foi uma espécie de "Bailão do Frejat", para uma terceira idade que teve sua juventude ali pelo início dos anos 1980, e acompanhou a carreira do cantor e compositor, desde então. Essa turma, eu incluído, pode balançar o esqueleto no escurinho do Araújo, sem medo do ridículo, a maioria com mais de 40, alguns com mais de 50, e eu diria que uma senhora sem medo de estar feliz a dançar na minha frente se encaminhava para os 70.


O "Bailão do Frejat" teve no seu repertório uma série de covers, começando por Caetano Veloso ("Divino Maravilhoso" e "Você não Entende Nada"), passando por Jorge Ben Jor ("A Minha Menina"), Tim Maia ("Não Quero Dinheiro"), Raul Seixas ("Como Vovó Já Dizia [Quem não tem Colírio]"), e até Roberto Carlos ("Quero que Vá Tudo pro Inferno").


Claro, ele se tornou cover de si mesmo ao interpretar músicas do Barão Vermelho ("Maior Abandonado", "Por Você", "Bete Balanço", "Puro Êxtase", e mais).


Isso com a interpretação de algumas músicas novas ("O Amor é Quente", que batiza o show, e "Amor pra Recomeçar", por exemplo).


Eu tive um momento emocional e nostálgico durante a interpretação de "Malandragem", composição de Cazuza, que ficou famosa na voz de Cássia Eller, ambos tendo partido cedo demais.


Decepções? Alguém me reclamou a falta de "Codinome Beija-Flor". E eu senti muito a falta de "Pense e Dance". Esta música ficou na minha cabeça desde que comprei os ingressos, uns três dias antes do show.


Enfim, um show divertido, com bastante energia.


A maioria das músicas constam da lista do Setlist.


09/04/2016.



P.S. O tempo não pára mesmo. Escrevi isso no início de abril, fui deixando, fui deixando, é já é junho.