terça-feira, 18 de julho de 2017

Sarau Palavra Falada no Café do Margs - 28/06/2017

Sarau Palavra Falada no Café do Margs - 28/06/2017


A edição de junho do Sarau da Palavra Falada no Café do MARGS teve como convidada a jornalista e escritora Priscila Pasko. Foi no dia 28 passado.
Priscila é responsável pelo blogue Veredas, no saite Nonada, onde ela divulga a literatura produzida por mulheres, desde 2015.
Ao contrário de outros saraus que presenciei, Priscila se dedicou à leitura de contos, mais longos ou mais curtos. Ela leu, por exemplo, Marilene Felinto e Clarice Lispector.
A escritora Ana Mello, promotora do sarau, leu texto de Laís Schaff, e poema de Dênia Bazanella.
Participaram ainda das leituras o escritor Tiago Pedroso, com textos de Vanessa Cons, e da própria Ana Mello. O escritor Djalma Filho leu poemas de sua própria lavra.
Houve ainda um jovem cujo nome não consegui registrar que leu um texto feminista do final de século XIX.
A desenvoltura de Priscila Pasko fez com que o sarau fluisse. Cerca de vinte pessoas estiveram presentes.

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18/07/2017.

terça-feira, 4 de julho de 2017

In vino veritas?


In vino veritas?

"In vino veritas" é uma expressão latina que significa que "no vinho (está) a verdade", querendo dizer que o álcool é capaz de fazer a pessoa expressar seus sentimentos mais escondidos.
O vinho é uma bebida apreciada desde a Antiguidade, e nos últimos anos se tornou motivo de assunto, já que há tanta variedade no mercado.
Como há muita variedade, é possível continuamente experimentar, sem nunca repetir uma marca ou rótulo.
Como tenho apreciado um pouco, só um pouco, os vinhos, e há tanta variedade, resolvi registrar aqui os que eu repetiria. Na verdade, até agora bem poucos.
Não que eu queira dizer que tais vinhos são os melhores, ou tenham sabores imperdíveis. De fato, não tenho esse refinamento.
Aqui haverá apenas o registro do que gostei muito.
Sempre apreciando com moderação como dizem.
A propósito, dizem que o ditado completo é "in vino veritas, in aqua sanitas" - "no vinho a verdade, na água a saúde". Isso aí.


31/05/2017.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Diário - cinema - Moonlight: Sob a luz do luar


Diário - cinema - Moonlight: Sob a luz do luar

Sobre o filme "Moonlight: Sob a luz do luar" ("Moonlight", Estados Unidos, 2016), vale a sinopse apresentada no verbete equivalente da Wikipédia, "o filme apresenta três etapas na vida de Chiron, o personagem principal, explorando as dificuldades que ele enfrenta no processo de reconhecimento de sua própria identidade e sexualidade, e o abuso físico e emocional que recebe ao longo destas transformações."
De fato, sobre uma realidade dura, sai uma vida endurecida, mas que nem por isso deixa de ter seus traumas e sua sensibilidade. E o filme é capaz de nos levar numa jornada para trazer empatia a esse homem, que de fato se tornou um gângster, mas sofreu um bocado até chegar à idade adulta. Por sinal, na idade adulta ainda sofre. Como todo ser humano, a propósito.
Um drama que acabou ganhando o Oscar de melhor filme de 2016, num momento bem atrapalhado da cerimônia.


31/05/2017.


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Crazy Carpes no OCulto Pub - 10/06/2017

Crazy Carpes no OCulto Pub - 10/06/2017

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No sábado, dia 10, estive no OCulto Pub (José do Patrocínio, 632), para assistir à banda "Crazy Carpes", apresentando a "Ziggy Night", isto é, uma noite com repertório dedicado a David Bowie.
A "Crazy Carpes" é formada pelos irmãos gêmeos Marcelo e Maurício Carpes, mais Alex Osterkamp, cujo apelido, com um nome desses, não poderia deixar de ser "Alemão". Marcelo toca guitarra, Alex baixo, e Maurício fica na bateria.
Conheci o Marcelo quando ele era consultor de análise e desenvolvimento de sistemas na firma. Na época ele participava de um grupo chamado "Deus e o Diabo".
Agora, descobrindo ele na redes sociais, fiquei curioso sobre sua atividade musical.
O OCulto é um bar na Cidade Baixa que tem o inconveniente de não oferecer nada para petiscar, nem fritas, nem frios, nem salgadinhos industrializados. Oferece bebidas. Principalmente cervejas, artesanais ou industriais, além de refrigerantes e alguns destilados.
Claro que tinha que haver algum incidente envolvendo gêmeos.
Eu cheguei no bar antes do início do show e comecei a beber. O grupo estava ensaiando, e ensaiando ficou por algum tempo. Pararam e desceram para beber alguma coisa. Ficaram a uns dois metros de mim. Como os dois irmãos não desceram juntos, apenas um deles, fiquei observando aquele que descera. Ele conversava com o seu pessoal, e olhava na minha direção. Como não disse nada quando me olhou, julguei que fosse o irmão que eu não conhecia, o Maurício. Continuei bebendo.
Quando o outro irmão desceu, me aproximei para perguntar pelo show. Foi então que o irmão que havia descido primeiro se dirigiu a mim dizendo algo a respeito de horário, e repertório. O primeiro cara que havia descido era o Marcelo. Estava ali, olhou na minha direção e abstraiu. Simplesmente não me viu. De qualquer maneira, acabei me apresentando ao Maurício.
O show começou por volta de 22h30min, e se estendeu até quase meia-noite. No "setlist", que não consegui confirmar, "Hall of Mirrors", do Kraftwerk, "Starman" e "Heroes", de David Bowie, algumas composições próprias do grupo.
Divertido. Pena que o bar não oferece batatas fritas.

23/06/2017.


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Diário - cinema - A Qualquer Custo


Diário - cinema - A Qualquer Custo

"A Qualquer Custo" ("Hell or High Water", Estados Unidos, 2016 - segundo o que pude pesquisar "hell ou high water" é uma expressão idiomática, que significa exatamente o que foi traduzido para o Brasil, "a qualquer custo", ou como fizeram os portugueses, "custe o que custar". Na mosca.) conta a história de um homem no Texas, Toby Howard (Chris Pine, que neste filme realmente se despiu do Capitão Kirk), que depois de passar um período cuidando da mãe doente (até o falecimento dela), resolve arranjar dinheiro para pagar o penhor das terras que deve ao banco, assaltando bancos. Para isso, ele conta com a ajuda do irmão, ex-presidiário. Por conta da sequência de roubos, um xerife estadual, Marcus Hamilton (Jeff Bridges) e seu parceiro Alberto Parker (Gil Birmingham) resolvem investigar o caso, e, se possível, prender os assaltantes. É claramente um filme de faroeste, mas um faroeste dos novos tempos, este ambientado já no século XXI, e não no final do século XIX, como talvez estivéssemos acostumados. Uma possível referência seja o filme "Onde os fracos não tem vez", para esse novo tipo de faroeste.
Como eu disse, a atuação de Chris Pine me pareceu muito convincente, pois não há nele o Capitão Kirk da nova versão de Jornada nas Estrelas, e há Jeff Bridges que é sempre uma boa referência.
E o filme mostra a situação atual do país que elegeu Donald Trump, após a crise de 2008, crise da qual o país ainda não se recuperou inteiramente. Lá estão as cidades arruinadas; as propriedades desvalorizadas que são tomadas pelos bancos e postas á venda sem compradores; as empresas financeiras que emprestam dinheiro fácil a juros extorsivos; e os campos que não geram comida, mas petróleo.
O filme é bom. Seria o meu candidato ao Oscar de melhor filme. Infelizmente não ganhou nenhum prêmio, talvez pela carga de denúncias que foram citadas no parágrafo anterior. Quem sabe?

12/04/2017.
  

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Diário - cinema - Até o Último Homem


Diário - cinema - Até o Último Homem

"Até o Último Homem" ("Hacksaw Ridge", Estados Unidos, 2016) faz uma recriação histórica e ficcional do soldado Desmond Doss (Andrew Garfield), retratado como um jovem idealista, adventista e pacifista, que mesmo sem o desejo de pegar em armas quer servir ao seu país durante a Segunda Guerra.
O filme começa com sua infância, fala da participação do pai dele na Primeira Guerra, do irmão e da violência doméstica.
Quando os Estados Unidos entram na guerra, ele deseja servir na frente de batalha. Mas não quer pegar em armas. Ele quer ser um soldado médico, que socorre feridos na batalha. Como isso é muito incomum, ele sofre com o treinamento militar, por não querer pegar em um rifle.
O ponto alto do filme é sua participação na Batalha de Okinawa, em especial uma escarpa chamada de Hacksaw Ridge. Os crentes se emocionarão com sua atitude.



11/04/2017.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Diário - cinema - Lion


Diário - cinema - Lion

Saroo (Sunny Pawar) era um menino que vivia com muita dificuldades no interior da Índia. Como estratégia de sobrevivência, ele e seu irmão Guddu, inclusive roubavam porções de carvão mineral para trocar por comida. A mãe deles os sustentava quebrando pedras em uma pedreira.
Um dia ele e o irmão vão à noite a uma estação ferroviária próxima. Com sono, Saroo dorme num dos bancos da estação, enquanto seu irmão se afasta. Ele acorda no meio da noite, não encontra o irmão, e entra num dos trens estacionados. Dorme novamente ali. O trem é movimentado, e Saroo é levado numa jornada de dois dias de trem até Calcutá. Lá terá que sobreviver na metrópole, e por fim, será adotado por uma família australiana.
Isso tudo é apenas o início do filme.
Um drama sobre família, miséria, generosidade, raízes.
E mais um filme em que acho que é impossível não se emocionar.
E valem as cenas finais, do acervo familiar, que dão um ar de documentário à recriação ficcional que é este filme.
De quebra, vale como uma perspectiva da Índia, um lugar em que a pessoa viaja mil quilômetros dentro do país, um pouco menos que a distância entre Porto Alegre e São Paulo, e no destino a língua não é a mesma.
Bom filme.


31/05/2017.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Diário - cinema - Manchester à Beira-Mar


Diário - cinema - Manchester à Beira-Mar

Um homem que trabalha como zelador de um condomínio em Boston, Lee Chandler (Casey Affleck), é chamado à cidadezinha de Manchester-by-the-Sea, porque seu irmão padece de grave enfermidade. Quando ele chega a Manchester, o irmão já faleceu. Quando é aberto o testamento do irmão, Lee fica sabendo que se tornou o tutor do sobrinho adolescente, filho do irmão falecido, que foi abandonado pela mãe.
Nessa situação ela vai ter que confrontar seu passado, e o que o levou a se afastar de Manchester. Um terror que o persegue.
Com tudo isso, só poderia ser um filme bastante triste, mas belo, humano, e com uma ótima fotografia.
Um filme que me fez sair do cinema pensando.


30/05/2017.


terça-feira, 6 de junho de 2017

Diário - teatro - No Topo da Montanha


Diário - teatro - No Topo da Montanha

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Em uma noite, ao hospedar-se num hotel em Mênfis, Tennessee, o reverendo Martin Luther King (Lázaro Ramos) solicita ao serviço de quarto um café, para manter-se acordado, querendo estudar para suas preleções. Quem traz o café é a camareira Carrie May (Taís Araújo), que também chamada de "K. May". Provocada pelo reverendo, e ao contrário do que se poderia esperar de uma camareira, em lugar de entregar o que foi solicitado e ir embora, K. May permanece com Luther King, e eles entabulam um longo diálogo. Eis o mote da peça "No Topo da Montanha" que esteve em cartaz em Porto Alegre, no final de semana passado no Theatro São Pedro. O palco é transformado no quarto de hotel do reverendo King, e ali é encenada toda a peça.
De fato, os artistas desenvolvem todo tipo de situação nessa longa conversa. Há momentos para rir, e há momentos para chorar, como a própria May/Taís chora, e provoca nós nas gargantas dos espectadores. Sim, o espectador há de seguir a montanha-russa de emoções que decorrem do diálogo. Vida, morte, fé, religião, política, racismo, tudo isto é debatido no espaço dessa noite ficcional na conversa do notável hóspede com a desconhecida camareira.
A peça é criação da jovem dramaturga e atriz Katori Hall, e já ganhou prêmios na Inglaterra, e fez carreira na Broadway. Lázaro Ramos e Taís Araújo estão ótimos em seus papéis.
Foi a peça mais emocionante que vi em muito tempo.


06/06/2017.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Diário - cinema - Estrelas Além do Tempo


Diário - cinema - Estrelas Além do Tempo

Já se vão vários dias desde que assisti o filme "Estrelas Além do Tempo" ("Hidden Figures", Estados Unidos, 2016).
Bom, uma vez ouvi uma palestra sobre cinema americano, em que o palestrante dizia que os filmes produzidos naquele país são muito centrados num apelo pequeno burguês que, não importa o que estiver acontecendo ao seu redor, se você e sua família estiverem bem, tudo está bem. Na época da palestra, o filme comentado era "Revolução" ("Revolution", Reino Unido/Estados Unidos, 1985), estrelado por Al Pacino, e dirigido por Hugh Hudson. Naquele caso, havia uma grande crise, por conta da tentativa das então 13 colônias de se livrarem da coroa britânica, mas enquanto o personagem Tom Dobb (Al Pacino) estivesse com seu filho, as coisas estariam relativamente bem. Esse argumento chega ao paroxismo no filme "2012" ("2012", Estados Unidos, 2009), um filme que literalmente está retratando o fim do mundo, mas enquanto seu protagonista Jackson Curtis (John Cusack) luta para mantiver a família unida (inclusive tentar superar um divórcio), tudo está bem.
Bom, voltando a "Estrelas Além do Tempo", eis um filme em que as protagonistas são esforçadas, e superam as limitações que o mundo ao redor impõe. Em especial Katherine Johnson, vivida por Taraji P. Henson. Elas são mulheres negras, numa sociedade cujo predomínio era do homem branco. E mesmo assim, cada uma delas - além de Johnson, temos Dorothy Vaughan vivida por Octavia Spencer e Mary Jackson interpretada por Janelle Monáe - supera os obstáculos impostos pela sociedade.
De quebra, o filme é um hino de amor à ciência e à dedicação.
A essas alturas, já deve estar saindo em "home disc".


11/04/2017.



Sarau Palavra Falada no Café do Margs - 31/05/2017


Sarau Palavra Falada no Café do Margs - 31/05/2017


Na quarta-feira passada estive novamente no Café do MARGS para participar do Sarau Palavra Falada, promovido pela poeta e escritora Ana Mello.
O homenageado foi o poeta Mário Ulbrich. Ulbrich tem apenas um livro publicado, "Folhas ao Vento", pela Editora Metamorfose. Resolveu se dedicar à carreira poética após os 60 anos. De sua poesia fazem parte as lides campeiras, o amor, o tempo, a memória.
Eu li o poema Vinho Tinto, que reproduzo abaixo.
Além de mim, Ana Mello, Dênia Bazanella, e o próprio Mário Ulbrich leram poemas.
Esta edição do Sarau Palavra Falada teve apresentação musical da parte de Tiaraju Guerreiro. Que apresentou, entre outras, Por Una Cabeza, de Carlos Gardel, Feira de Mangaio, de Sivuca, e La Cumparsita, de Gerardo Matos Rodriguez.

Vinho Tinto

Mário Ulbrich

Vinho tinto, aveludado,
De paladar refinado,
E ao pensar acho graça,
É como beijo roubado
Dos lábios da minha taça.

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04/06/2017.


quinta-feira, 25 de maio de 2017

Noite dos Museus 2017


Noite dos Museus 2017


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Sábado passado, 20 de maio, estive no MARGS, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul, para ver a edição 2017 da Noite dos Museus.
De fato, estive em frente ao MARGS, pois a muvuca era grande. O fato dos museus estarem abertos à noite, e promoverem shows musicais em seus interiores trouxe grande quantidade de pessoas para a Praça da Alfândega.
A iniciativa é boa, mas acho que teria sido melhor se os shows tivessem sido em frente aos museus, até porque os prédios não têm acústica muito boa. E, sim, acho que a maior parte das pessoas estava ali pelos shows, não pelos acervos museológicos.
De quebra, havia "food trucks" vendendo comida e bebida estacionados na Avenida Sepúlveda, entre o MARGS e o Memorial do Rio Grande do Sul.
Divertido. Mas podia ser melhor.



24/05/2017.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Lembrando de 007


Lembrando de 007


Não tenho certeza de qual foi o primeiro filme de 007 a que assisti. Provavelmente "O Satânico Dr. No" ("Dr. No"), produção de estreia da franquia de 1962, em alguma reprise na televisão em preto e branco, nos anos 1970.
Certo é que por algum motivo que não sei explicar me tornei fã da série. É possível que o primeiro dos filmes a que assisti no cinema tenha sido "O Foguete da Morte" ("Moonraker"), de 1979, mas talvez a memória me traia. Contudo acho que foi esse sim, com uma batalha no espaço. 007 emulava Guerra nas Estrelas. De quebra tinha cenas no Brasil. 007 era interpretado por Roger Moore então. 007 passava pelo Carnaval do Rio de Janeiro e enfrentava o supervilão "Jaws" no bondinho do Pão de Açúcar.
Eu devo ter visto "Octupussy" (1983) num dos antigos cinemas de rua da Rua da Praia. Cacique? Scala? Imperial? Um desses.
Também me lembro que devo ter visto "007 na Mira dos Assassinos" ("A View to Kill") no velho cinema Avenida que ficava na Avenida João Pessoa. Ou será que foi no Center, que ficava na mesma João Pessoa, no Centro Comercial (então o primeiro "shopping center" da cidade)?
Pois é. Por motivos que não sei explicar, me afeiçoei à série. Talvez por começar a ver os filmes no final da infância, início da adolescência, e ver um agente "com licença para matar" e sedutor, sempre rodeado de belas mulheres.
Ao longo dos anos vi os filmes com Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton, Pierce Brosnan e Daniel Craig. Os vi na televisão em preto e branco, depois a cores, em fitas VHS, em DVD's. E claro no cinema.
No cinema, como eu disse, o primeiro 007 que vi foi Roger Moore. "Moonraker" como eu disse. Ele trabalhou em sete filmes da série ao longo de doze anos.
Ontem foi divulgada a morte do ator, aos 89 anos. Foi o primeiro ator da série oficial de 007 a falecer.

24/05/2017.


quarta-feira, 17 de maio de 2017

O desafio do B52


O desafio do B52


De fato, eu não tenho certeza que seja mesmo o desafio "B52", mas vamos tentar descrevê-lo. Aconteceu comigo no London Pub.
Num copo padrão, 50 ml, coloque uma porção de licor de café (ou seria de cacau?), uma porção de Amarula e uma porção de tequila. Pegue um maçarico e toque fogo na mistura.
A pessoa que vai beber recebe um canudo de plástico, que deve enfiar até o fundo do copo e sugar tudo de um gole só.
Eu falhei miseravelmente. Tive que voltar duas vezes ao fundo do copo para concluir a ingestão.
Talvez tenha faltado prática. Quem sabe se eu tomasse dois ou três?
Enfim, quem puder e estiver disposto que experimente.



15/05/2017.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Clube da Esquina Tributo no London Pub - 13/05/2017


Clube da Esquina Tributo no London Pub - 13/05/2017


Pois no sábado passado estive no London Pub, ali na José do Patrocínio quase na esquina com a Venâncio, numa noite de chuva fina e temperatura amena, para assistir um show da banda "Clube da Esquina Tributo".
Como se poderia esperar, "Clube da Esquina Tributo" é uma banda que se dedica à memória do "movimento"(?) Clube da Esquina, que gerou dois discos homônimos, "Clube da Esquina" e "Clube da Esquina 2", e mais uma série de outros. Por exemplo, no show desse sábado foram cantadas músicas do disco "Lô Borges", do Lô Borges, e do grupo 14 Bis.
A promessa era de um show longo, com umas duas horas, e umas trinta músicas. Infelizmente não deu. Houve um atraso e o show ficou nas quinze ou dezesseis primeiras.
O setlist teve:
- Clube da Esquina 1;
- Trem Azul;
- Nada Será Como Antes;
- Trem de Doido;
- Nuvem Cigana;
- Tudo Que Você Podia Ser;
- Um Girassol da Cor de Seus Cabelos;
- Clube da Esquina 2;
- Amor de Índio;
- Feira Moderna;
- Para Lennon e McCartney;
- Eu Sou Como Você É;
- A Força do Vento;
- O Caçador;
- Mesmo de Brincadeira;
- Fé Cega, Faca Amolada.
O Clube da Esquina Tributo é composto por Alemão Jef (vocal e violão de 12 cordas), Dionara Schneider (piano), Zeca Garcia (guitarra), Rainer Campos (bateria) e Daniel Vlacic (baixo).
O London Pub estava cheio de gente, e ficou cheio de emoção daquelas pessoas que se emocionaram com as músicas da turma de Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes e outros mais.
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15/05/2017.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Grupo Versão Brasileira no Café Fon Fon - 07/05/2017


Grupo Versão Brasileira no Café Fon Fon - 07/05/2017



Domingo passado à noite estive no Café Fon Fon para assistir apresentação do Grupo Versão Brasileira. Como eles mesmos dizem, o Grupo fez um show de "Jazz e Música Instrumental Brasileira".
Foram cerca de duas horas de show, com um pequeno intervalo, depois de transcorrida a primeira hora. O show abriu com uma versão instrumental de "Cravo e Canela", e rodou por mais Milton, Edu Lobo, John Coltrane e Pat Metheny, entre outros (não pedi um "setlist" oficial).
O público na maior parte do tempo acompanhou o show com silenciosa reverência e calorosas palmas.
Para quem gosta do tipo de música, o show é imperdível.
O Grupo Versão Brasileira é composto por Antonio Xavier (violão e guitarra), Marcelo Leal (baixo), Rubem Penz (bateria) e Felipe Braga (sax e clarineta).

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10/05/2017.